Nós voltaremos sempre em maio
Manuel Alegre
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> Presidenciais 2011
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Manuel Alegre na noite eleitoral:
Em democracia não é vergonha perder, vergonha é fugir ao combate
23-01-2011

Amigos, companheiros e camaradas
Muito obrigado pelo vosso afecto e pelo vosso apoio, sobretudo neste momento. Acabei de felicitar o candidato vencedor e desejar-lhe as maiores felicidades no exercício do mandato para que foi reeleito. Assumo pessoalmente esta derrota. Rejeito qualquer comparação com outras eleições. Cada eleição tem a sua dinâmica própria. Sempre valorizei a diversidade das candidaturas e nunca fiz qualquer apelo ao voto útil. Não é no momento de apuramento de resultados que vou mudar de opinião.
Veja a declaração AQUI

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Manuel Alegre no Coliseu dos Recreios:
"Ninguém vai quebrar esta onda democrática"
20-01-2011

Amigos, companheiros e camaradas
Obrigado Lisboa, obrigado pelo vosso apoio, obrigado pela vossa confiança.
Cavaco Silva falou hoje finalmente dos juros da dívida. Mas não foi para atacar os especuladores, foi para fazer uma chantagem inadmissível contra a escolha livre e democrática dos portugueses. Acenou com o papão da segunda volta, como se a segunda volta não fosse um facto normal em democracia.
Leia a intervenção AQUI

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Manuel Alegre em Coimbra:
Ninguém nos impõe a história, somos nós que fazemos a história
15-01-2011

Amigos, companheiros e camaradas
Estou aqui com o mesmo espírito de luta com que há muitos anos usei pela primeira vez da palavra numa assembleia magna da Associação Académica. Portugal era então um país oprimido e a liberdade era uma palavra proibida. Mas houve alguns que não se submeteram. Houve alguns que resistiram, que tanto teimaram que acabaram por conseguir. Também então se dizia que a liberdade era uma utopia. Mas houve alguns que acabaram por conseguir realizar essa utopia.
Veja o discurso AQUI

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Manuel Alegre no almoço com sindicalistas em Palmela:
"Desta vez não há lugar à indiferença"
08-01-2011

"Estamos perante uma luta política, social, ideológica, muito intensa e decisiva para o futuro de Portugal e da democracia. Estão em confronto dois projectos – um projecto progressista, democrático, baseado nos valores da justiça social e da Constituição da República e um projecto conservador e que tem características restauracionistas. Desta vez não há lugar à indiferença, não há lugar a baixar os braços, não há lugar à abstenção."
Veja o discurso AQUI