"Entre o agora e o nunca / lá onde só se chega não chegando / um pouco antes talvez depois / quando."
Manuel Alegre
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Mário Beja Santos sobre 'Quando' de Manuel Alegre
25-11-2020 Mário Beja Santos, Soberania da Povo

O que me encanta é ver este octogenário militante, desperto, a remexer no fogo e a animar a malta, pois o quando é o sonho que nos encanta e que faz flutuar os nossos estandartes por um mundo melhor, nós, os conjurados.
O melhor de Manuel Alegre, épico, sempre um Camões para o nosso tempo. Ler mais

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Paula Morão sobre 'Quando' de Manuel Alegre
04-11-2020 Paula Morão, JL, nº 1307, de 4 a 17 de novembro de 2020

Quando, datado de Setembro de 2020, é um poema longo estruturado em secções de extensão variável, mas unidas pelo predomínio do verso decassílabo, e trata do tempo: o de aqui e agora, mas também o de uma retrospecção ordenada cronologicamente, dando ênfase à memória como eixo de tudo e constituindo a espessura do poeta em tempos incertos. Quando – acontecimentos situados, a ganhar sentido e progressão; indica-o logo a abertura de I (“Estou e não estou em lado nenhum/ passaram tantos anos e foi tão rápido”), numa estrofe em que se abre um princípio de repetição (“Como encontrar”) e de interrogação que vai escandindo todo o texto. Ler mais