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Almoço com Manuel Alegre
26-08-2017

Almoço com Manuel Alegre, poeta e histórico do PS, que fala sobre Portugal e África, o tempo que passou em Argel exilado, Trump e o Brexit e ainda a aliança das esquerdas no Parlamento português. Ler mais

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Manuel Alegre na morte de Mário Soares:
Entrevista de António José Teixeira para a RTP
08-01-2017

É um luto – para a família, para o país e para mim. Mas também um momento de algumas tentações revisionistas sobre a biografia de Mário Soares. É preciso falar da vida toda dele. Mário Soares começou por ser um opositor ao regime de Salazar, primeiro como militante do PCP, de que saiu; mas depois, a certa altura, teve a visão de que era necessário um partido socialista que juntasse os socialistas e pessoas de diferentes percursos e que isso era indispensável para ter o apoio da Internacional Socialista e dos países democráticos. A grande força de resistência era o Partido Comunista, os movimentos faziam-se em aliança ou semi-aliança com o Partido Comunista, e ele achava que era preciso uma força que se identificasse com os partidos da IS e tranquilizasse os partidos democráticos. Essa é a primeira grande visão de Mário Soares.
Veja a primeira parte da entrevista em AQUI

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No dia 1º de Dezembro, na RTP3
02-12-2016

Entrevistado pela RTP3 no dia 1º de Dezembro, Manuel Alegre afirmou que “é mal conhecida a história do 1º de dezembro” e da “resistência do povo de Lisboa à dominação filipina” e evocou a figura de António, Prior do Crato, o último príncipe de Aviz e grande herói nacional, também ele hoje mal conhecido. Ler mais

Manuel Alegre no rescaldo das eleições:
Entrevista de João Pedro Henriques
06-10-2015

"É tempo de abrir um novo ciclo e tentar construir convergências para uma alternativa política" afirmou Manuel Alegre em entrevista ao DN, dois dias depois das eleições. Consciente de que isso "não se faz de um dia para o outro", Alegre sublinha: "Há um novo quadro parlamentar. A direita já não pode governar como governou." E aconselha a todas as esquerdas "uma grande humildade e capacidade para ultrapassar os traumas do passado", pois "a divisão das esquerdas é a força da direita." Ler mais

Manuel Alegre recebeu a equipa do DN em sua casa, de Lisboa. O escritório está forrado de livros, acumulados ao longo de décadas
Manuel Alegre recebeu a equipa do DN em sua casa, de Lisboa. O escritório está forrado de livros, acumulados ao longo de décadas
Manuel Alegre ao DN:
Entevista conduzida por João Pedro Heniques, foto de Leonardo Negrão
01-11-2014

Sem meias palavras, Manuel Alegre recorda ao vencedor das primárias que “tem um grande peso sobre os ombros”: fazer o “milagre” de “restituir aos portugueses a alegria de viver”. O histórico socialista não lhe pede um programa detalhado, antes “três ou quatro ideias-força”. Soares é o exemplo: nunca “acertou num número” mas sabia o que queria. Ler mais

Manuel Alegre na Sic Noticias:
24-10-2013

“O nosso país está desarmado, a nossa última garantia é o Tribunal Constitucional”, afirmou Manuel Alegre na Sic Noticias, em entrevista conduzida por Ana Lourenço. “Portugal ainda não chegou à situação da Hungria” que é “uma situação protofascista”, considerou. Mas “se o Presidente fosse mais interventivo, o Tribunal Constitucional não seria chamado tantas vezes a intervir”, concluiu.
Veja a entrevista AQUI Ler mais

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Manuel Alegre em entrevista ao DN:
14-07-2013

Em extensa entrevista ao DN, Manuel Alegre classifica o último discurso de Cavaco Silva como “um discurso de dúvidas e de incertezas, que apenas está a prolongar a crise” e que transfere a responsabilidade para os partidos com duas agravantes: “exclui dois partidos” e “mete no mesmo saco o PS e os dois partidos da coligação”. O objetivo, conclui, “parece ser entalar o PS, pois se o PS aceitar um compromisso (…) chegará às eleições desgastado, como aconteceu com o Pasok, da Grécia” e “se não dialogar, será acusado pelo Presidente de virar as costas ao País”. Mas o Presidente "não é o tutor dos partidos" e “o PS não é o terceiro partido da direita”, diz Manuel Alegre, que afirma confiar na honestidade de Seguro para não voltar atrás com a palavra. Alegre considera ainda que “a grande resposta (…) a esta situação era haver uma solução protagonizada pelos três partidos da esquerda”, mas “as suas direções não estão à altura desta responsabilidade histórica, e é pena”, porque, conclui, “era a resposta que esta direita portuguesa estava a precisar – um grande susto com os três partidos da esquerda a entenderem-se.” Ler mais

Manuel Alegre ao DN:
14-07-2013

Citações de Manuel Alegre em entrevista ao DN:

“Desde Maastricht que há a capitulação dos partidos socialistas. Consagrou-se o triunfo do neo-liberalismo, que pôs em causa a Europa como tinha sido concebida”

“Há espaço para os movimentos de cidadãos e para a democracia participativa. Uma das maiores manifestações que vi foi a do 15 de Setembro”

“É preciso restabelecer o gosto pela política. Na minha geração, os jovens tinham a consciência de que não havia soluções individuais, mas colectivas”

“O Papa Francisco falou muito bem sobre a globalização da indiferença e do individualismo quando foi a Lampedusa ver os imigrantes”

Veja a entrevista na íntegra AQUI Ler mais

Manuel Alegre em entrevista a Ana Lourenço:
26-06-2013

"Estamos a viver uma espécie de estado de golpe, a Constituição não está a ser respeitada" denunciou Manuel Alegre em entrevista a Ana Lourenço. "Há muitas maneiras de violar a Constituição, e uma delas é não a respeitar", disse ainda, criticando severamente a desobediência do Governo ao Tribunal Constitucional quanto ao subsídio de férias de funcionários públicos e pensionistas e o facto de o Presidente da República ter sancionado essa desobediência, promulgando o diploma.
Veja a entrevista AQUI Ler mais

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Manuel Alegre ao jornal i:
18-05-2013

O poeta acredita que o sonho neste momento está transformado em pesadelo. O político que é necessária uma ruptura. Tudo começa ou acaba nos sonhos. O último livro de Manuel Alegre faz deles matéria-prima de romance. “Tudo É e não É” fala-nos das ideias recorrentes que nos fazem humanos, da nossa tentativa de construirmos o sonho e fugirmos ao pesadelo. Esta entrevista mantém a mesma estrutura e aborda a literatura e a política, sempre entre o sonho e o pesadelo. Ler mais

foto de A.P. Santos para o jornal i
foto de A.P. Santos para o jornal i
Manuel Alegre ao Jornal i:
02-03-2013

Cortar com o Memorando é expressão que já começa a aparecer no discurso deste socialista. Manuel Alegre diz que os portugueses não aguentam tudo e que o país está perto do limite. Limite para quê? Até para uma revolução, se os governantes não revirem posições. Em conversa com o i, o socialista fala de tudo, até da reconciliação com Mário Soares. Defende António José Seguro no PS, mas alerta para a necessidade de uma união à esquerda. Nas vésperas da manifestação, o poeta avisa que o povo não é assim tão brando e que o governo está “esgotado”. Ler mais

Manuel Alegre à SIC Notícias:
28-02-2013

"Isto não é tolerável, está tudo ao contrário", exclamou Manuel Alegre na entrevista à SIC Notícias, dizendo logo de entrada: "Estou farto da troika, nasci numa ditadura, agora temos uma ditadura dos credores". Para Manuel Alegre "a austeridade está a matar a democracia e o projecto europeu" e "Portugal tem de ter um plano B", "precisa de aliados" e deve reaproximar-se da Inglaterra, contra o "predomínio da Alemanha, pela terceira vez".
Veja a entrevista na íntegra em baixo

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Manuel Alegre ao DN, sobre a reconciliação com Mário Soares:
12-02-2013

Foi noticiado que teria havido uma reconciliação entre si e o Dr. Soares, ao telefone, por iniciativa de António José Seguro. Houve de facto uma reconciliação?
Não houve nenhuma cerimónia especial. Soube que o estado de Mário Soares era grave e fiquei preocupado. Telefonei à Maria de Jesus (mulher de Mário Soares) e ao João Soares (filho de Mário Soares). Manifestei-lhes a minha preocupação. Entretanto fui sabendo do estado de saúde de Mário Soares que era realmente grave.
Mas acha que aquilo que os dividiu está resolvido?
Na sexta-feira o António José Seguro disse-me: “Tenho aqui uma surpresa para si.” E começámos a falar como dois velhos amigos. Fiquei contente por senti-lo em franca recuperação. Deitámos as circunstâncias para trás. Vamos almoçar um dia destes. A doença dele ajudou-nos a perceber que somos amigos. Ler mais

Manuel Alegre à Rádio Renascença:
11-01-2013

O relatório do FMI “é uma vergonha e uma aldrabice”, denunciou Manuel Alegre em entrevista à Rádio Renascença, “porque tem uma finalidade, não é um documento técnico, é um documento político, com uma base ideológica, e é um outro programa de governo, para o qual este governo não tem legitimidade.” “E mais do que outro programa de governo," acrescentou, “seria outra Constituição, seria uma espécie de golpe de estado constitucional, ou de revisão clandestina da Constituição, como disse e muito bem a Drª Teresa Pizarro Beleza.” Alegre afirmou ter apreciado a fundamentação do pedido de fiscalização do Orçamento apresentado pelo Presidente da República no Tribunal Constitucional e entende que “se o governo não mudar, e tudo indica que não vai mudar, tem de ser deposto.” Ler mais

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Manuel Alegre em entrevista ao Sol:
Entrevista conduzida por Helena Pereira
04-01-2013

Manuel Alegre considera que Cavaco “veio recolocar-se no centro da vida política” e não tem dúvidas que a única saída para a crise são eleições antecipadas este ano.

Como viu a intervenção do Presidente da República? E a decisão de enviar três normas do OE para fiscalização sucessiva pelo TC?
Este Governo não tem respeitado o Presidente da República (PR), não respeita a oposição, marginaliza o PS, não respeita os parceiros sociais e estava a criar-se um grande desequilíbrio. Com esta mensagem, o PR recoloca-se no centro da vida política e isso é importante para o funcionamento do sistema democrático. Na minha opinião, deveria ter vetado o OE ou enviado para fiscalização preventiva. Mas fazer o que fez é um gesto que tem significado – mostrar que não está na clandestinidade, nem no exílio, nem ausente. Ler mais

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Manuel Alegre no Programa "De Caras" da RTP1
12-12-2012

Manuel Alegre foi o entrevistado no programa De Caras, da RTP1, onde considerou que as eleições antecipadas seriam melhores para o país que a continuação das políticas do actual governo. Alegre criticou duramente o processo de privatização da RTP e da TAP e alertou para a responsabilidade do Presidente da República perante um orçamento ferido de insconstitucionalidade.
Veja a entrevista na íntegra AQUI Ler mais

Manuel Alegre em entrevista à RTP informação:
14-11-2012

"Estamos a caminhar para um abismo, este governo tem de ser travado. E se não for travado tem de ser demitido" afirmou Manuel Alegre em entrevista à RTP informação. Manuel Alegre disse ainda que a violência em frente à Assembleia da República, no dia da greve geral, teve como consêquência abafar o impacto da greve geral.
Veja um excerto da entrevista AQUI
Veja a entrevista integral AQUI Ler mais

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Manuel Alegre em conversa com Clara Ferreira Alves:
27-10-2012

Pode haver um colapso das instituições. Foi o que pressentiu Manuel Alegre na manifestação de 15 de Setembro. Uma conversa sobre o estado da nação e o seu percurso pessoal e político, publicada na Revista do Expresso, em que Manuel Alegre revela que "se fosse Presidente, ter-me-ia oposto muito mais às decisões do Governo e teria usado o recurso ao Tribunal Constitucional. Teria ido à Assembleia e à televisão falar ao povo português". Ler mais

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Manuel Alegre à TVI24:
27-10-2012

Manuel Alegre afirmou à TVI24 que "este Governo vai cair", porque "está ferido de morte". Comparando este orçamento a um "golpe de Estado por via fiscal", Alegre afirmou ainda que os portugueses estão a ser saqueados, e que isso põe em risco a democracia, retirando a esperança a todos. "Sem estabilidade social", lembrou, "não há estabilidade política, a não ser que se pretenda a estabilidade do antigamente".
Manuel Alegre sublinhou também que o desespero das pessoas pode levar a consequências muito graves: "no Século XX matou-se um Rei, matou-se um Príncipe, matou-se um Primeiro-Ministro, matou-se um Presidente da República e até os fundadores da República". "Isto não é um povo de tão brandos costumes assim", afirmou.
Veja a entrevista na íntegra AQUI Ler mais

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