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Manuel Alegre
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Manuel Alegre em entrevista de vida ao jornal i:
03-03-2017

"O Canto e as Armas” faz 50 anos. Foi o livro de um povo. Um canto. Uma sensação escrita de liberdade, como fora “Praça da Canção”. O poeta não envelhece, apesar do tempo. A voz continua firme. E um país terá sempre o tamanho dos seus homens.
O entrevistado tem muito para contar. Mais de 80 anos de uma vida digna de um personagem de Musset. Mistura de revolução e romantismo. Uma ideia de pátria, uma poesia interventiva, um gosto pela seiva. Uma entrevista de afetos. Afinal, entre quem fala e quem escreve, há lugares e pessoas que se repetem. E Águeda como uma mãe debruçada na janela da infância. Ler mais

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Manuel Alegre ao JN:
13-04-2016

Manuel Alegre regressa à publicação com "Uma outra memória", livro em que recorda algumas das principais figuras com quem conviveu ao longo dos tempos. De Sophia de Mello Breyner a Melo Antunes, de Mário Soares a Álvaro Cunhal, as páginas de "Uma outra memória" trazem-nos a memória de um tempo que Manuel Alegre resgata com a preocupação de combater a crescente falta de memória que, diz, atravessa a sociedade. Preocupado com o estado a que a Europa chegou, acusa a Direita de querer promover "de maneira cruel" "uma nova luta de classes" e defende que é tempo de a Esquerda voltar a assumir o papel que abandonou nas últimas décadas. Ler mais

Entrevista a António José Teixeira
08-04-2016

Manuel Alegre é, antes de tudo, um poeta. Está a escrever sobre António, Prior do Crato, também ele um símbolo da resistência. Lançou um livro novo, “Uma Outra Memória”. Tem um livro novo, recolha de textos dispersos, alguns inéditos. Chamou-lhe "Uma Outra Memória" e aí se detém em muitos "camaradas dos sonhos", homens e mulheres do seu tempo. Ler mais

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Manuel Alegre à RTP3:
07-04-2016

Manuel Alegre foi o convidado da Grande Entrevista na RTP3, na véspera de lançar o seu novo livro “Uma outra memória – a escrita, Portugal e os camaradas dos sonhos”. Uma conversa de uma hora em que o poeta fala da escrita e da vida, que são em si inseparáveis. Quanto ao momento que hoje se vive, para Manuel Alegre a formação do actual governo é “uma experiência pioneira” que muda o paradigma da governação.
Veja a entrevista na íntegra AQUI Ler mais

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Manuel Alegre em entrevista a Tiago Salazar:
06-04-2016

Este é o texto integral de uma conversa extraordinária entre Manuel Alegre e Tiago Salazar, a pretexto do novo livro "Uma outra memória", que foi parcialmente publicada na revista Sábado em 31 de março e onde se fala de Herberto Hélder, de Álvaro Cunhal, de Sophia, de Torga, de Rilke, de Portugal, da História, de Salgueiro Maia, do Prior do Crato, da Europa, do terrorismo e de muito mais. Um diálogo único à volta do mundo de hoje e da escrita, da vida e das causas de Manuel Alegre. Ler mais

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Entrevistado no programa "Canções de Guerra"
18-12-2015

Manuel Alegre falou da guerra – “uma experiência muito intensa, única, irrepetível” – no último episódio do programa “Canções da guerra”, de António Luís Marinho, na Antena 1. “A condenação política e moral da guerra não implica que não haja um sentido de fraternidade”, disse Manuel Alegre. Ler mais

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Manuel Alegre à Antena 1:
26-05-2015

“Este livro chama-se ‘Bairro Ocidental’ porque esta crise e todos estes acontecimentos transformaram um país velho de mais de oito séculos numa espécie de bairro ocidental, numa freguesia da Europa”, disse Manuel Alegre hoje, em entrevista à jornalista da Antena 1, Susana Barros. Para Manuel Alegre esta situação “cria uma grande mágoa”. “Este livro nasceu desse sentimento de perturbação, de mágoa e ao mesmo tempo de rebeldia. Eu não me resigno a que o meu país seja apenas um bairro ocidental”, disse.
“Bairro ocidental” é o título da mais recente obra do poeta e é apresentado esta terça-feira, às 18h30, na Livraria LeYa Buchholz, em Lisboa.
Oiça a entrevista na íntegra AQUI Ler mais

Manuel Alegre em entrevista à SIC Notícias:
21-05-2015

“A mim dói-me ver um país, que é dos países mais velhos da Europa, em declínio, transformado num ‘bairro ocidental’, numa espécie de junta de freguesia da Europa, numa Europa que também deixou de ser um espaço de liberdade para ser uma espécie de prisão que contamina tudo. Isto tem que dar uma volta” disse Manuel Alegre em entrevista a Ana Lourenço no jornal da noite da SIC Notícias, a pretexto do seu novo livro de poemas Bairro Ocidental. “E está na altura”, disse ainda o poeta, “de haver outra linguagem”, reivindicando o papel e o lugar da poesia nessa mudança: “a libertação de uma língua ocupada, num país ocupado, a libertação da nossa linguagem de todos os dias pervertida, isso só a poesia o pode fazer”.
Veja a gravação da entrevista AQUI Ler mais

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Manuel Alegre ao DN
16-05-2015

Bairro Ocidental 50 anos após a Praça da Canção. O dizer do “mal português e do mal europeu” no exacto peso das palavras. O poeta avisa que este é um livro contra a contaminação da linguagem, a degradação da poesia e o declínio nacional: "É tanto uma revolta como uma luta pela reabilitação da linguagem poética numa Europa menos pervertida."

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No dia 25 de Abril de 2015
25-04-2015

Manuel Alegre foi o convidado de Daniel Oliveira no dia 25 de abril, no programa "Alta Definição". Uma entrevista de vida e corpo inteiro, que pode rever AQUI. Ler mais

À chegada a Lisboa, em 2 de Maio de 1974 Com Piteira Santos (dt.ª), vendo-se ainda Ramos da Costa (um dos fundadores do PS), Maria Lamas, Sottomayor Cardia (ao fundo) e duas crianças, João Fiadeiro e a irmã
À chegada a Lisboa, em 2 de Maio de 1974 Com Piteira Santos (dt.ª), vendo-se ainda Ramos da Costa (um dos fundadores do PS), Maria Lamas, Sottomayor Cardia (ao fundo) e duas crianças, João Fiadeiro e a irmã
Manuel Alegre ao JL pelos 50 anos da Praça da Canção
Entrevista de Maria Leonor Nunes
17-03-2015

Havia um “não colectivo para ser dito” e Praça da Canção veio dizê-lo. Eis o segredo de um livro implicado “numa encruzilhada” do país, uma “epopeia do avesso”, a que se somou a força do “lirismo da tradição” e a “crença” numa palavra capaz de mudar o mundo. É o que diz ao JL Manuel Alegre, um poeta “invadido pela História” e que sempre procurou separar a política da poesia. “Essa cisão é a minha unidade”, garante. “Mas se não tivesse vivido como vivi, não teria escrito o que escrevi”. Ler mais

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Manuel Alegre a Ana Lourenço, a pretexto de "País de Abril":
08-04-2014

“O voto pode abrir o caminho a uma revolução democrática” afirmou Manuel Alegre em entrevista conduzida por Ana Lourenço na SIC Notícias, a pretexto do lançamento do seu novo livro de poemas, “País de Abril”. Lembrando que “nós não pedimos licença a ninguém para fazer o 25 de Abril”, Alegre defendeu que “a mudança tem de começar por nós. Temos de ter estabilidade nas finanças, mas não desta maneira. A destruição de duas ou três gerações por essa razão é um crime. Então é preferível a revolução, porque isso é uma nova forma de totalitarismo.”
Veja a entrevista AQUI Ler mais

Manuel Alegre ao JL
entrevista de Maria Leonor Nunes
02-04-2014

São poemas que muitos sabem de cor, cantaram e disseram clandestinamente, como resistência à ditadura salazarista. E "proféticos": falaram do "país de Abril" anos antes do 25 de Abril. Manuel Alegre escreveu a maioria deles no exílio e os livros Praça da Canção, de 1965, e O Canto e as Armas, de 1967, proibidos pela censura, durante o fascismo, passaram em fotocópias, de mão em mão, tornaram-se hinos de uma verdadeira lírica da liberdade. Ler mais

Manuel Alegre ao DN:
06-01-2014

Entre os diversos textos que já escreveu sobre futebol, destacam-se os dois poemas dedicados a Eusébio, que viriam a integrar a antologia O Desporto na Poesia Portuguesa, de José Carmo Francisco. O que o fascinava tanto no jogador do Benfica?
Há duas coisas extraordinárias sobre o Eusébio. Vi miúdos, que nunca o viram jogar, a chorar, porque sabiam reconhecer nele o raro dom da inocência que esteve sempre vivo dentro do Eusébio. O que até se notava na forma como ele celebrava cada golo, como se fosse o primeiro ou o último. Ler mais

Manuel Alegre à Radio Renascença:
15-04-2013

No seu novo livro, "Tudo É e não É", Manuel Alegre escreve sobre a "ditadura dos mercados", que "invade as nossas vidas, nos rouba o horizonte, nos fecha o futuro e que é uma nova forma de pesadelo”. Existe muita "muita treta na literatura" actual e o escritor não pode esquecer que tem uma responsabilidade cívica, afirma em entrevista à Renascença o poeta e histórico socialista Manuel Alegre.
Oiça a entrevista AQUI Ler mais

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Manuel Alegre ao Público:
14-04-2013

A pretexto do seu novo romance, "Tudo É e não É", Manuel Alegre deu uma grande entrevista a Isabel Lucas, do jornal Público, que pode ver em video AQUI Ler mais

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Manuel Alegre em entrevista a Isabel Lucas:
14-04-2013

Com Manuel Alegre, uma conversa nunca é só sobre literatura. Tudo É e Não É , o seu mais recente romance, fala da actualidade através do delírio dos sonhos, tendo como ponto de partida um escritor às voltas com as suas obsessões e à procura de um sentido. "Nada de autobiografia", avisa, para pouco depois se perceber que afinal talvez e que está zangado. Com os políticos, com a troika e com o mundo da literatura, que acusa de hipocrisia. Ler mais

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Manuel Alegre em entrevista ao DN
Texto de João Céu e Silva, fotos de Gerardo Santos
10-06-2012

É o poeta português vivo mais lido. E a cada novo livro de poesia mantém a voz e a originalidade que o consagraram. Manuel Alegre já prepara um novo romance - onde o sonho e a ficção se confundem - e os primeiros milhares de exemplares de Nada Está Escrito já se esgotam. Nega que seja um volume com poesia de intervenção, mas o efeito da crise sobre a alma dos portugueses é bem visível nestes novos versos. Ler mais

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Manuel Alegre à Visão:
28-04-2012

“A função da poesia é libertar a linguagem”, disse Manuel Alegre em entrevista à Visão, conduzida por Pedro Dias de Almeida, a propósito do seu novo livro “Nada está escrito”, que, confessa o poeta, pode ser lido como um “manifesto poético”, num tempo em que “a indigência está por todo o lado” e em que “a economia e as finanças envolveram os discursos, com uma contaminação, degradação e pobreza da linguagem”. “Só se ouvem números, números…” lamenta Manuel Alegre. “A função da poesia é libertar a linguagem, desocupá-la”, adianta, acrescentando: “Às vezes apetece-me começar a dizer poemas às pessoas. «A poesia é para comer», como dizia a Natália (Correia)”. Ler mais

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Manuel Alegre ao Jornal de Negócios:
Entrevista de Anabela Mota Ribeiro
27-04-2012

"Portugal, país de poetas" é uma frase feita. Nem por isso falsa. Para que serve a poesia quando falta o pão? Manuel Alegre é um poeta e um político que se candidatou duas vezes à presidência da República.
Além de tribuno e resistente, de voz tonitruante. Toda a gente se lembra da primeira candidatura, em 2005, quando conquistou cerca de um milhão de votos.
É um poeta que olha para um país em fanicos e que escreve coisas assim: "Irmãos meus que passais um mau bocado/ e não tendes sequer a fantasia/ de sonhar outro tempo e outro lado".
É um poeta e um político com quem é possível falar de Heitor, o mais comovente dos heróis da literatura, e duas linhas abaixo da geração a que pertencem Sócrates e Passos Coelho. Das fúrias e revoltas que o fizeram ser político. Do tempo em que não sabia se voltava, da prisão, do exílio, de fora.
Viveu o tempo das grandes utopias. Tem 75 anos e acaba de lançar um novo livro de poesia, "Nada está Escrito". E então, falamos de poesia? Sim. E de política? O tempo todo. E do que mudou desde o tempo em que ele acreditava que era possível viver o paraíso na Terra.
Em casa tem muitos livros. E marcas de uma vida em que o sonho era a intervenção, e não o enriquecimento. Ler mais

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