"Sobretudo nas horas em que tudo / de repente se esvazia / e pesa mais que tudo esse vazio / ... / é precisa (mais que tudo) a poesia."
Manuel Alegre
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Ministério Público acusa detractores de Manuel Alegre
09-02-2012 com Público

O Ministério Público deduziu acusação pública por crimes de difamação agravada contra Manuel Alegre nas vésperas da campanha presidencial de 2010. Alegre apresentara uma queixa-crime contra um jornalista, o proprietário do semanário O Diabo e dois militares por notícias publicadas naquele órgão de comunicação e na blogosfera sobre a sua actividade em Argel como locutor da Rádio Voz da Liberdade. A queixa de Alegre também se referia ao seu papel enquanto militar durante a Guerra Colonial, bem como a afirmações sobre o seu avô.

Mais de um ano depois, o Ministério Público fundamenta o despacho de acusação considerando provada a falsidade dos actos que foram imputados ao candidato, bem como o intuito, "partilhado pelos arguidos", de prejudicar a sua campanha eleitoral. Por seu lado, Manuel Alegre deduziu acusação particular sobre o bom nome do seu avô, e requereu que em face da extrema gravidade dos factos caluniosos e da intensidade do dolo sejam extraídas "as mais gravosas consequências" legais.

Os acusados são um jornalista e o proprietário do semanário O DIABO, respetivamente Miguel Pedro Fialho Pais Teixeira e José Rebordão Esteves Pinto, bem como o Tenente Coronel João José Brandão Ferreira e o General Fernando Paula Vicente, por escritos publicados naquele periódico e na blogoesfera.