"O funcionário que fez o meu BI quando regressei, não me perguntou a profissão, escreveu Poeta. Estou-lhe grato."
Manuel Alegre
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Manuel Alegre em mensagem às comunidades portuguesas:
Elo de ligação precisa de ser mais valorizado e reconhecido
04-11-2010 com Lusa

O candidato presidencial Manuel Alegre apelou hoje ao “patriotismo” dos portugueses que vivem fora do país e à sua participação para contribuírem de “forma decisiva” na eleição de um chefe de Estado com “uma visão do mundo progressista”. “As próximas eleições presidenciais convocam-nos a todos, porque em democracia somos todos chamados a construir, permanentemente, esta grande nação que é Portugal”, lê-se numa carta de Manuel Alegre dirigidas às comunidades que pode ler AQUI.

Saudando todos os portugueses que vivem fora do país, o candidato diz confiar no seu “patriotismo” e apela à sua participação como forma de reforçar os laços que os unem a Portugal.

Ao participarem nas eleições presidenciais, acrescenta Manuel Alegre, poderão também “contribuir de forma decisiva para eleger um Presidente com uma visão do mundo progressista, justa e solidária, com uma dimensão humanista e cultural e que, por experiência própria, compreende bem o que é viver fora do país”.

Na missiva, Manuel Alegre sublinha ainda a importância do Presidente da República considerar de forma igual “os Portugueses que vivem no país como todos os que estão espalhados pelos quatro cantos do mundo”.

O candidato às eleições presidenciais de 23 de janeiro recorda a propósito que na semana passada foi aprovada na Assembleia da República um conjunto de propostas apresentadas pelo PS para eliminar “todas as restrições e mesmo discriminações” ao direito de voto dos portugueses residentes no estrangeiro para as eleições presidenciais. “Considero que essa legislação representa um importante avanço de cidadania que dignifica a nossa democracia e a eleição do Presidente da República”, refere Manuel Alegre, realçando o “potencial riquíssimo” das comunidades portugueses espalhadas pelo mundo e defendendo que esse é “um elo de ligação que precisa de ser mais valorizado e reconhecido” pela sociedade e pelos poderes públicos.