"Sobretudo nas horas em que tudo / de repente se esvazia / e pesa mais que tudo esse vazio / ... / é precisa (mais que tudo) a poesia."
Manuel Alegre
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Manuel Alegre exige maior contribuição da banca para resolver a crise
30-09-2010


“Num plano de equidade e justiça, deveria exigir-se à banca uma maior contribuição para a resolução da crise e dos problemas do país” afirmou Manuel alegre hoje após uma visita à fábrica de Planimolde, na Marinha Grande. O candidato, referindo-se às medidas de austeridade ontem anunciadas, entende que deviam ser “mais evidentes os sinais de contenção de gastos supérfluos” do Estado.

Manuel Alegre manifestou-se preocupado com as medidas “duras” e “difíceis” que incidem “fundamentalmente nos funcionários públicos, na classe média, nos pensionistas”, considerando que a este pacote de austeridade devia ser acrescentado “um plano de incentivo ao crescimento e ao emprego”.

Consciente da situação muito difícil do país, “agravada pela crise internacional” e por “pressões fortíssimas”, Manuel Alegre voltou a apelar ao sentido de responsabilidade nacional, atendendo a que “estes sacrifícios pesam sobre pessoas concretas”. E é esta preocupação que reforça os motivos que o levaram a recandidatar-se: “Eu penso que no futuro, mais do que nunca, é preciso um Presidente que garanta a função social do Estado e a estabilidade social como condição da própria estabilidade política”.