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Manuel Alegre
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Manuel Alegre em visita aos Hospitais da Universidade de Coimbra:
É preciso resistir às tentações de esvaziamento dos serviços públicos
09-07-2010 com Lusa e SIC Notícias

O candidato à presidência da República Manuel Alegre alertou hoje para a necessidade de “resistir a certas tentações que aí andam”, na Europa e em Portugal, para “esvaziar os serviços públicos, nomeadamente o Serviço Nacional de Saúde” (SNS). Manuel Alegre falava hoje nos Hospitais da Universidade de Coimbra (HUC), depois de ter visitado algumas unidades e serviços deste estabelecimento, que classificou como “o melhor hospital do país e um dos melhores da Europa”.
Oiça declarações de Manuel Alegre reportadas pela TSF AQUI
Veja reportagem da SIC Notícias AQUI

“O país precisa do SNS, que garante a prestação de serviços a 80 por cento da população portuguesa e elevou muito a qualidade dos serviços médicos em Portugal”, de tal modo que “hoje, estamos num bom patamar europeu e com unidades de excelência e de vanguarda, como são os HUC”, afirmou. Agora, adverte, “é preciso passar a outra fase”, à fase de “prevenção da doença, de promoção da saúde e de combate ao desperdício” e de “garantir” o “bom financiamento” do SNS.

Recordando que o SNS foi fundado pelo seu “querido amigo” e “mandatário distrital em Coimbra” da sua candidatura, António Arnaut (que o acompanhava na visita aos HUC), Manuel Alegre sublinha que o SNS “é a conquista mais profunda da nossa democracia”.
“Qualquer atentado ao SNS é um atentado à democracia e à qualidade de vida dos portugueses”, afirma o candidato a Belém, que promete, “se for eleito”, fazer “tudo para preservar este serviço e para o melhorar”.

Acompanhado por António Arnaut e José Faria e Costa, Manuel Alere foi recebido por Fernando Fragateiro, Presidente do Conselho de Administração dos HUC, tendo em seguida visitado a Unidade de Transplantes Renais, onde Alfredo Mota e Mário Campos apresentaram o trabalho desta Unidade, uma das que mais transplantes faz em todo o país. Em seguida visitou o Serviço de Infecciosos, onde cumprimentou médicos e enfermeiros que lidam diariamente com realidades difíceis, como a SIDA. Por fim passou pela Unidade de Sistemas de Informação e Comunicação, onde esteve com Luís Providência e com o pessoal que o tratou anos atrás, quando aqui esteve internado em risco de vida.