"A grande poesia não cabe num tweet"
Manuel Alegre
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Manuel Alegre em Beja:
"Assumo as minhas responsabilidades, espero que outros saibam assumir as suas"
26-03-2010

Discurso de Beja - 1ª parte

Veja o discurso AQUI

Discurso de Beja - 2ª parte

Na próxima eleição presidencial não estará só em causa a escolha de um Presidente. A direita já percebeu. É tempo de toda a esquerda perceber também" afirmou Manuel Alegre num jantar de apoiantes em Beja, acrescentando: "Eu não me resigno, eu não me conformo. E assumo as minhas responsabilidades. Espero que outros saibam assumir as suas e é tempo de assumirem as suas, se não querem que a direita volte a ganhar as presidenciais. Mas a responsabilidade não é minha, não é vossa, não é daqueles que querem uma alternativa no nosso país."

"Há mais vida para além do PEC", afirmou Manuel Alegre. Comparando a situação de há cinco anos com a actual, o pré-candidato considerou que "o Mundo, a Europa e Portugal mudaram" e que "a situação hoje é muito mais crítica e urgente." Por isso "não basta repetir a candidatura de há cinco anos. É preciso muito mais. É preciso combater para mobilizar e para ganhar".

Manuel Alegre citou o exemplo do Presidente Obama e da vitória conseguida na reforma da saúde nos EUA para considerar que "nos momentos difíceis os países precisam de palavras inspiradas". Para Manuel Alegre "ser Presidente da República não é só ser o guardião" mas também "ser o intérprete, o promotor e o mobilizador", pois está profundamente convicto de que "um Presidente da República pode fazer a diferença e ser um factor de mudança. Pode até ser uma alternativa. Não uma alternativa de governo, mas de atitude, de pensamento, de visão de Portugal e do mundo."

Alegre voltou a criticar "uma visão predominantemente economicista" e afirmou, parafraseando Clémenceau, que "a crise é demasiado importante para ser deixada nas mãos dos economistas". Sem esquecer os compromissos de Portugal para a consolidação das contas públicas, Alegre considerou que também não se pode esquecer, "os outros défices: o défice social, o défice da qualificação, o défice do emprego, o défice da desertificação, o défice da pobreza no limiar da qual ainda se encontram cerca de 18% de portugueses."

No final da sua intervenção, Manuel Alegre recordou que "o PSD já tornou claro que considera a reeleição do actual Presidente uma condição fundamental para o seu regresso ao poder". Nas próximas presidenciais "não estará só em causa a escolha de um Presidente" sublinhou, considerando que "a direita já percebeu", para concluir: "É tempo de toda a esquerda perceber também."

Veja a reportagem da RTP

Oiça a reportagem da Antena 1 AQUI