"Sobretudo nas horas em que tudo / de repente se esvazia / e pesa mais que tudo esse vazio / ... / é precisa (mais que tudo) a poesia."
Manuel Alegre
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Manuel Alegre ao DN, num 25 de Abril em tempo de pandemia:
25-04-2020

Em importante entrevista ao DN, Manuel Alegre reitera a importância desta data: “É natural, legítimo e necessário que neste período em que vivemos a Assembleia celebre o 25 de Abril”. “Seria muito estranho que em pleno estado de emergência fechasse nesse dia, que é precisamente o dia fundador da liberdade.” Ao longo da entrevista, o escritor interroga-se sobre o futuro: “Não tenhamos ilusões, nada vai ser como era antes”. “Quando hoje se fala de retoma, diz ainda, existe uma ideia de que tudo voltará ao mesmo” mas “não vai ser assim; há hábitos, gestos e atitudes de proximidade que serão diferentes, bem como os comportamentos cívicos e culturais, e o mesmo acontecerá na economia”. Para Manuel Alegre, “não é só a economia e a saúde que estão a sofrer prejuízos incalculáveis, é um modo de vida que acabou. Sabemos o que está a acabar, desconhecemos o que irá nascer.” Alegre insiste na dimensão cultural desta emergência, já que “a cultura está a sofrer muito”, “as livrarias e as editoras estão fechadas e os escritores têm os seus livros parados”, tal como “os teatros, os atores e os músicos”. “Os poderes públicos, defende, deveriam ter uma grande preocupação com o setor da literatura, que é essencial, bem como com outras formas de arte”. Para o escritor, o facto de a primeira loja a abrir em Itália ter sido uma livraria, a livraria Feltrinelli, "tem valor simbólico grande e é inspirador.”
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Manuel Alegre ao DN no dia 25 de Abril de 2020
Manuel Alegre ao DN no dia 25 de Abril de 2020
Manuel Alegre ao DN:
25-04-2020 DN

"Eu comemoro a revolução democrática, dos três D do programa do MFA - democratizar, descolonizar e desenvolver", afirma Manuel Alegre ao DN, acrescentando: *Eu e muita gente não vemos o 25 de Abril como uma data de divisão, mas, como disse o filósofo Eduardo Lourenço, a liberdade feita vida. Sobretudo, a instauração de um sistema democrático e pluralista em que os portugueses puderam finalmente conviver pacífica e livremente na diversidade das opiniões."
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18-04-2020 Sofia Rodrigues, Público

Histórico socialista considera que há “aproveitamento político” de “mau gosto” dos que “não querem” celebrar a revolução. A decisão de manter a celebração do 25 de Abril no Parlamento é motivo de uma petição online cujo primeiro subscritor é o histórico socialista Manuel Alegre. “A democracia não está nem pode ser suspensa. Saudamos a homenagem que o povo e o Parlamento prestam ao 25 de Abril”, lê-se no texto que conta, na noite deste sábado, 1112 assinaturas (6349 às 23.45). Ler mais

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Manuel Alegre em entrevista ao Observador:
17-04-2020 Observador, programa Vichyssoise

Em importante entrevista ao Observador, Manuel Alegre fala da pandemia e da incerteza deste combate, “porque não sabemos quem é o inimigo nem como acaba”. Defende, contrariando Ramalho Eanes, que “o estado de espírito dos mais velhos deve ser idêntico ao estado de espírito dos mais jovens – resistir, lutar pela vida, defenderem-se." Sobre o futuro, Alegre lembra que "quando há grandes rupturas históricas”, “os comportamentos alteram-se e a própria visão do mundo se altera”, e confessa: “Eu ainda não vi ninguém, pelo menos nestas reuniões com os académicos e os economistas, com uma visão diferente. Pensa-se como se tudo fosse ser igual, acho que não vai ser igual.”
Veja a entrevista na íntegra AQUI Ler mais

Manuel Alegre ao jornal i
15-04-2020 jornal i (excertos)

A dez dias do 25 de abril e quando o parlamento equaciona o formato da cerimónia, Manuel Alegre frisa ao jornal i que o que importa é recordar a data no momento difícil que vive o país: “O 25 de Abril celebra-se sobretudo, neste momento, lutando contra o coronavírus (...) Os capitães de Abril, neste momento, são os profissionais de saúde”, declarou o poeta. Manuel Alegre está em isolamento social, como uma parte substancial da população, e aproveita para deixar um desabafo e um apelo: “Estou em reclusão, mas estar em casa também é uma forma de resistência. Celebrarei o 25 de Abril à minha maneira. Estar em casa também é uma forma de resistência, porque ninguém pode desistir. Tenha-se a idade que se tiver, ninguém pode desistir. E aquilo que é preciso dizer neste momento é: viva a vida!”, concluiu. Ler mais