"Na televisão, os comentadores de futebol substituíram grandes figuras da literatura portuguesa"
Manuel Alegre
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"Há na minha língua uma página chamada Atlântico, onde há sempre uma viagem que não acaba até outros mares e outros poemas"
"Há na minha língua uma página chamada Atlântico, onde há sempre uma viagem que não acaba até outros mares e outros poemas"
Momento alto da crise académica de 1969
Um memorial recorda no Jamor os 50 anos do célebre final da Taça de Portugal
06-07-2019

Foi ontem inaugurado à entrada do Jamor, no Palco da Liberdade, um pequeno memorial que recorda os 50 anos passados sobre a final da Taça de Portugal, entre o Benfica e a Académica, que se transformou numa enorme manifestação contra o regime e um dos momentos mais marcantes da Crise Académica de 1969. Manuel Alegre estava então no exílio, em Argel, mas acompanhou os acontecimentos pela radio. A placa que recorda esse momento histórico tem inscrita uma quadra da Trova do Vento que Passa, poema de Manuel Alegre que muitos portugueses sabem de cor e que será sempre um hino à resistência: “Mesmo na noite mais triste / Em tempo de servidão / Há sempre alguém que resiste / Há sempre alguém que diz não.”

Na inauguração estiveram presentes alguns dos futebolistas dessa final da Taça, além do ministro da Educação e do próprio Manuel Alegre.