"Há um descuido e uma ignorância muito grande para um povo antigo como o nosso"
Manuel Alegre
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13-05-2014

Morreu em Ponta Delgada Manuel Sá Couto, professor, resistente antifascista, patriota, homem de Abril, combatente de sempre pela liberdade e democracia, querido amigo que não esqueço e a quem presto sentida homenagem.
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12-05-2014

“Corpo renascido” é um poema de Manuel Alegre, musicado por Pedro Lobo Antunes e cantado por Francisco Fanhais, num dos muitos discos de intervenção proibidos antes do 25 de Abril. No dia em que o poeta celebra mais um aniversário, recordamos este poema que é um hino à vida, à poesia, à solidariedade e à “rosa de maio” por onde começou o primeiro dos seus livros de poemas, Praça da Canção, de 1965.
Oiça “Corpo renascido” no final da notícia Ler mais

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Quinta-feira, dia 8 de maio, pelas 21.30
08-05-2014

Manuel Alegre estará hoje em Braga, para apresentar o seu último livro de poemas "País de Abril - uma antologia". O livro será apresentado pelo escritor e poeta José Manuel Mendes e terá acompanhamento musical de Joana Alegre, filha do autor. Este livro de Manuel Alegre tem estado nos "tops" de venda um todas as livrarias. O poeta falará do livro e da situação que hoje vivemos em Portugal, 40 anos após a revolução dos cravos e mais de 50 anos após o seu profético "Poemarma", que decerto modo previu o que se iria passar na madrugada de 25 de Abril. A apresentação decorre às 21.30, na Biblioteca Lúcio Craveiro da Silva, Rua de S. Paulo, nº1. Ler mais

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02-05-2014

Faz nesta sexta-feira quarenta anos que Manuel Alegre regressou de um exílio de uma década em Argel. No tempo em que esteve fora, os seus poemas, muitas vezes em cópias manuscritas, circulavam de mão em mão, enquanto as vozes de Adriano Correia de Oliveira, Zeca Afonso e muitos outros os faziam ecoar pelo país em sessões de canto livre e em manifestações proibidas da oposição e dos estudantes. Como escreveu João Céu e Silva, “a poesia de Manuel Alegre ocupa um lugar destacado na oposição a Salazar e Caetano”, a ponto de considerar o seu primeiro livro, “Praça da Canção”, como um dos “motores do 25 de Abril”.
Recordamos hoje na voz de Manuel Freire a “Trova do Emigrante”. “Porque lhe foi dura a sorte / vai para terras de França”, escreveu o poeta. Quarenta anos depois, continua a ser dura a sorte e emigrar voltou a ser a única saída para milhares dos nossos compatriotas.
Oiça a “Trova do Emigrante” no final da notícia. Ler mais