"Há um descuido e uma ignorância muito grande para um povo antigo como o nosso"
Manuel Alegre
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Manuel Alegre entrevistado pelo Expresso
27-03-2010 revista Actual, jornal Expresso

"O Miúdo" é o tema de capa da revista Actual do jornal Expresso. Trata-se de O Miúdo que Pregava Pregos numa Tábua , o novo livro de Manuel Alegre, escrito "em ziguezagues porque a memória também funciona assim". Em entrevista a José Mário Silva, Manuel Alegre relembra o passado, à procura das origens da escrita e do "sopro que veio de lá de dentro" e que a anima. O escritor confessa-se "preocupado" com a possibilidade de ser eleito: "Não sei até que ponto terei margem para a escrita". O livro evoca figuras centrais para o poeta, em que sobressai "o pai que ensina a não ter medo do mar."
Veja a entrevista AQUI Ler mais

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Entrevista com Manuel Alegre na revista NS
27-03-2010 NS

"O Miúdo que Pregava Pregos numa Tábua", o novo livro de Manuel Alegre, é o tema central da entrevista publicada na revista NS e conduzida por João Céu e Silva. Tem como pontos de referência as memórias do autor, desde a mais antiga – que dá título ao livro – passando por um encontro surreal com Cohn Bendit dias antes dos acontecimentos de Maio de 1968 em Paris, até à emoção impossível de conter junto à campa de um soldado numa visita recente a Nambuangongo. E uma certeza em tom de desafio: "Sou, dos candidatos às presidenciais, o único que entrou em combate."
Veja a entrevista AQUI Ler mais

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25-03-2010

"Sim, a poesia quando chega é sempre com força. Ou então não chega" confessa Manuel Alegre em entrevista ao JL, a propósito de um episódio do seu novo livro, O Miúdo que Pregava Pregos Numa Tábua , um livro que é, para o autor, "uma espécie de escrita sobre a escrita, de viagem por mim mesmo". O livro, uma novela de 112 páginas, estará nas livrarias a partir de 26 de Março.
Veja a entrevista AQUI Ler mais

Pessoa, Herberto e Manuel Alegre são os poetas que mais vendem
Pessoa, Herberto e Manuel Alegre são os poetas que mais vendem
No Dia Mundial da Poesia, segundo o DN
21-03-2010 Joana Emídio Marques (excertos), DN

Fernando Pessoa, Herberto Hélder e Manuel Alegre são os poetas que mais livros vendem em Portugal, segundo notícia do DN no Dia Mundial da Poesia. O jornal sublinha no entanto que “no país dos poetas, há cada vez menos editoras a apostar na edição de poesia” embora aquelas que o fazem digam que “as vendas estão a crescer.” Ler mais

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A “escrita em ziguezague” do escritor candidato à Presidência da República
18-03-2010 Sílvia Souto Cunha, Visão

É um livro fininho, uma centena de páginas a flutuar no espaço, uma respiração de prosa poética, quase um fôlego de ensaio curtinho sobre as questões do tempo, da identidade, da memória, da literatura. Depois dos romances Cão como Nós _(2002) e _Rafael (2004), e depois da luxuosa caixa vermelha _Poesia - Vols I e II _(2009), Manuel Alegre tem novo livro(com lançamento previsto para dia 26). Chama-se _O Miúdo que Pregava Pregos numa Tábua _(D. Quixote, 111 págs.) e autodefine-se como uma novela. Ler mais

Manuel Alegre em Angola
12-03-2010 jornal "Sol", edição de Luanda

A edição de hoje do jornal Sol em Luanda publica um artigo de Carlos Ramos sobre o regresso de Manuel Alegre a Nambuangongo. Estranhamente, a edição do mesmo jornal em Lisboa omite esta reportagem. Também a RTP África emitiu uma reportagem sobre o regresso de Manuel Alegre a Nambuangongo que não foi transmitida nos telejornais principais da estação. Numa altura em que tanto se fala de liberdade de expressão, que critérios editoriais terão conduzido a estas omissões?
Veja o artigo da edição de Luanda no fim desta notícia Ler mais

Manuel Alegre e Pepetela em Luanda, na Associação Cultural Chá de Caxinde
Manuel Alegre e Pepetela em Luanda, na Associação Cultural Chá de Caxinde
Manuel Alegre reencontra memória da guerra
Uma visita marcada pela fraternidade
11-03-2010

"Caçador que sofre", é esse o significado da palavra Nambuangongo, em kimbundu. A explicação foi dada pelo deputado do MPLA, Adão Cristóvão Neto, que acompanhou Manuel Alegre neste seu reencontro com a memória da guerra. Manuel Alegre desconhecia o significado da palavra Nambuangongo, e reconheceu que "não podia estar mais certo, em termos etimológicos e históricos".
"Todos aqueles que aqui tombaram e combateram, de um lado e doutro, são meus irmãos", afirmou Manuel Alegre, ao visitar a campa – que se encontrava semi-coberta pelo pó e a terra – do soldado português José António Teixeira Pinto, morto em combate a 15 de Agosto de 1962. Ler mais

10-03-2010 Marco Santos, 24 Horas

Porque
Esteve ontem em Nambuangongo a recordar a guerra e os seus mortos
Guerra
48 anos depois regressou à terra onde serviu durante dois anos no exército
Promessa
Se fosse Presidente faria um “grande esforço” para trazer os portugueses mortos em África para Portugal

Quarenta e oito anos depois, o poeta Manuel Alegre, autor de um poema – "Canção com Lágrimas e Sol" – em memória do alferes miliciano Manuel Ortigão, morto aos 24 anos na explosão de uma mina, regressou a Nambuangongo, na província angolana do Bengo, onde serviu, como militar. Estes dois anos foram o período mais violento e difícil da guerra colonial.
Oiça o poema Canção com Lágrimas e Sol na voz de Adriano Correia de Oliveira AQUI Ler mais

Alda Espírito Santo
Alda Espírito Santo
Manuel Alegre sobre Alda Espírito Santo:
09-03-2010 Lusa

O poeta Manuel Alegre lembrou hoje em Luanda Alda Espírito Santo como uma "fundadora da consciência nacional" de São Tomé e Príncipe e afirmou que foi "com muita pena" que soube da sua morte. Lembrando que conheceu a poetisa santomense, Manuel Alegre, que se encontra em Luanda numa visita privada, disse à Lusa que os textos de Alda Espírito Santo não tiveram apenas importância no seu país. "A sua poesia teve importância em todo o movimento anticolonial e em todos os países de expressão portuguesa... É com pena que sei da sua morte, são os ciclos da vida... Ela pertence a esse círculo de fundadores pela via da poesia", afirmou. Ler mais

da esquerda para a direita: Van-Duném Pereira João, Manuel Alegre e o deputado Adão Cristovão Neto, em Nanbuangongo
da esquerda para a direita: Van-Duném Pereira João, Manuel Alegre e o deputado Adão Cristovão Neto, em Nanbuangongo
Manuel Alegre em Nambuangongo:
08-03-2010 com Angop

"Estou aqui com muita emoção, porque aqui se combateu, aqui morreram muitos militares angolanos e portugueses. Vejo com muita emoção uma escola aqui, num local em que antes foram travados duros combates", disse Manuel Alegre hoje em Nambuangongo, província do Bengo, região em que esteve a cumprir serviço militar na década de 1960. Ler mais

Uma flor por Nambuangongo
Uma flor por Nambuangongo
48 anos depois
08-03-2010

Manuel Alegre depositou uma flor na campa do soldado português José António Teixeira Pinto (Companhia 352, Batalhão de Cavalaria 350) morto em combate a 15 Agosto de 1962. Nessa data, Manuel Alegre passou pela primeira vez em Nambuangongo, a caminho de Quipedro. Lembrou o seu amigo, Alferes Manuel Ortigão, cuja morte, provocada por uma mina, inspirou o poema "Canção com lágrimas e sol", musicado e cantado por Adriano Correia de Oliveira, que pode ver AQUI Ler mais

Manuel Alegre ontem em Maputo com Óscar Monteiro
Manuel Alegre ontem em Maputo com Óscar Monteiro
Manuel Alegre em Maputo na entrega do Prémio Leya:
04-03-2010

A língua portuguesa "é uma arma que nós temos", afirmou Manuel Alegre esta tarde na entrega do Prémio Leya 2009 ao escritor moçambicano João Paulo Borges Coelho. Manuel Alegre sublinhou que a língua portuguesa que é "uma das línguas mais faladas do mundo. É uma grande riqueza para quem não é rico", acrescentando que é preciso a trazê-la "para a linha da frente da acção política na cena internacional", pois "se as relações económicas têm cada vez mais um papel essencial, não esquecemos que a língua e a cultura é que fazem a alma de uma nação."
Veja o discurso integral AQUI Ler mais