"Um país tão antigo como o nosso não precisa de ser reinventado"
Manuel Alegre
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Manuel Alegre à TSF:
15-01-2018 TSF

Nem Angola pode ter posições chantagistas, nem Portugal pode ter arrogância intransigente, considera Manuel Alegre, afirmando mesmo que da parte dos dois países faltou, no caso Manuel Vicente,"mais elegância e mais diplomacia". Sobre a questão judicial, o histórico socialista não se pronuncia, mas afirma que "não podemos esquecer as relações culturais com Angola "e, sendo certo que não vale tudo," há coisas que historicamente valem mais do que outras".

Confiando na inteligência política de António Costa, Alegre acredita que tanto o Primeiro-ministro como o Presidente vão saber encontrar uma via para o diálogo, que acautele o lugar de Angola no mapa da política externa de Portugal.
Oiça a entrevista AQUI Ler mais

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Manuel Alegre à TSF:
14-01-2018 TSF

En declarações à TSF, um dia depois das eleição directas do PSD, Manuel Alegre não vê na nova liderança do PSD uma ameaça à atual solução governativa. O histórico socialista espera "que o acordo à esquerda seja repetível" e até fala de "bases mais sólidas, com perspectivas de futuro". Defensor da atual solução governativa, Manuel Alegre vê na eleição de Rui Rio o sinal de uma oposição mais forte, mas não antecipa, nem imagina que PS e PSD possam reeditar um bloco central: "não seria saudável para a democracia".
Oiça as declarações de Manuel Alegre à TSF AQUI Ler mais

Manuel Alegre ao DN:
03-01-2018 DN

“Um país tão antigo como o nosso não precisa de ser reinventado”, afirmou Manuel Alegre ao DN, em reacção do discurso de Ano Novo do Presidente da República. “Há um certo fetichismo das palavras e , como o Presidente disse isso, agora toda a gente fala em reinvenção. Sendo um dos países mais antigos da Europa, o que necessita é (de) ser amado e respeitado, não (de) ser reinventado” disse ainda Manuel Alegre, que concluiu: “Existem várias áreas em que é preciso mudar a situação e uma delas é a do Serviço Nacional de Saúde, que precisa de uma nova lei que refunde o sistema em vez de o reinventar.” Ler mais

Em declarações ao DN sobre a Catalunha
03-11-2017 DN on-line

"Lamento a posição do Presidente da República, a posição do Governo e o seguidismo em relação a Madrid. São posições contrárias à nossa tradição e à nossa própria História."

RTP3, entrevista conduzida por Ana Lourenço
13-11-2017 RTP 3
Manuel Alegre ao DN:
04-11-2017 Entrevista conduzida por João Céu e Silva, DN

É o primeiro livro de poemas que Manuel Alegre lança após ter recebido o Prémio Camões. Um conjunto de poesias em torno do prior do Crato, que considera ser um protagonista ignorado sem razão.
O intuito pedagógico existe em Auto de António - Último Príncipe de Avis, o mais recente livro de poesia de Manuel Alegre. Explica: "Quero mostrar que na pior hora da história de Portugal o povo não se submeteu (ao domínio dos Filipes), o que custou muitas mortes. Essa figura lendária de D. António, prior do Crato, é um exemplo da insubmissão que não se rende, de alguém que morre longe, em Paris, com dificuldades e de quem nem se sabe bem onde está o seu corpo."
Veja o poema "Uma Balada" que integra este livro de Manuel Alegre AQUI Ler mais

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Dia 6 de Janeiro, em Coimra
01-01-2018

Manuel Alegre vai apresentar dia 6 de janeiro, pelas 15.30, em Coimbra, na antiga Igreja do Convento de S. Francisco, Santa Clara (Av da Guarda Inglesa, 1 A) o livro “Salvar o SNS”, de António Arnaut e João Semedo. O livro propõe uma nova lei de bases da Saúde para defender a democracia, é editado pela Porto Editora e tem um prefácio de D. Januário Torgal, que também estará presente. De acordo com o jornal Expresso, António Costa e Catarina Martins assistirão ao lançamento. Ler mais

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29-12-2017

Prestes a terminar o ano de 2017, recordamos as palavras de Manuel Alegre sobre a abolição da pena de morte em Portugal, que ocorreu há 150 anos, com a aprovação da Carta de Lei de 1 de julho de 2017: “Há hoje uma guerra sem território definido. Executores sem nome aparecem para matar indiscriminadamente. Não temos a possibilidade de abolir esta nova forma de atentado à vida”, disse Manuel Alegre em Coimbra, no Colóquio Internacional Comemorativo da Abolição da Pena de Morte em Portugal, no Dia Europeu e Mundial contra a Pena de Morte. “Mas uma coisa é certa”, concluiu o poeta: “a cultura anti democrática tem de ser combatida com a cultura democrática. O culto da morte só pode ser vencido pelo culto da vida.” Ler mais

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22-11-2017

Manuel Alegre foi hoje distinguido com um doutoramento "honoris causa" pela Univesidade de Pádua, uma das mais antigas da Europa onde desde 2010 existe uma Cátedra com o nome do poeta português. Numa cerimónia carregada de emoção, Manuel Alegre proferiu a sua "lição magistral" na língua portuguesa, lembrando que "Portugal existe porque, antes de ser Estado, já era língua e poesia. As nações todas são mistérios, escreveu Fernando Pessoa. Esse é talvez o mistério da longevidade de Portugal e da projecção multinacional da língua portuguesa."
Veja a lição magistral na íntegra AQUI Ler mais

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15-11-2017

“Manuel Alegre levantou um auto a D. António, auto não de pena e castigo, mas auto de poemas”, escreveu Borges Coelho na mensagem lida na apresentação do mais recente livro do poeta, “Auto de António – Último Príncipe de Avis”, uma edição das Publicações Dom Quixote.
Borges Coelho não pôde comparecer por razões de saúde, mas não quis deixar de enviar a sua mensagem. Certo é que, confessou Manuel Alegre, o historiador, com “Os Filipes”, V volume da História de Portugal que tem vindo a publicar, esteve na origem deste “Auto de António”, um livro “com muitas camadas”, como disse o crítico José Mário Silva, que, segundo Manuel Alegre, fala do Prior do Crato, “de todos nós e também de mim”. Ler mais

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Prefácio aos "Sonetos" de Camões, editados pelo Expresso
04-11-2017 Manuel Alegre, jornal Expresso

Quando perguntaram a Eugénio de Andrade qual o mais fascinante livro da poesia portuguesa, ele respondeu que seria o dos Sonetos de Camões escolhidos por ele. Mas isso é assim desde a 1ª edição de 1595, e das que se seguiram em 1598 e em 1616, apesar dos erros, das lacunas e dos apócrifos. Poucos hoje se lembram de Estevão Lopes, Fernão Soropita e Domingos Fernandes, mas é a eles que se deve a salvação dos sonetos, já que Camões não deixou nenhum autógrafo, talvez porque tenha vivido como um marginal e porque morreu quase como um sem-abrigo. Ler mais

Artigo de Manuel Alegre no Público
22-12-2017 Público on-line

A Catalunha falou através do voto, por certo o fará mais vezes. Penso que nós portugueses, independentemente das simpatias pessoais, devemos ser fiéis à Constituição da República e respeitar a liberdade de escolha onde quer que ela se manifeste. Ler mais

Teresa Carvalho
Comunicação ao Colóquio Internacional "Manuel Alegre, Poeta da Liberdade"
05-12-2017 jornal i

Distinguido há poucos dias com um doutoramento “honoris causa” pela Universidade de Pádua, onde desde 2010 existe uma cátedra com o seu nome, Manuel Alegre nunca deu as costas à História. Nem se deixou tentar pelas flores prosaicas de um quotidiano banal, sem grandeza nem projecto, sem mais dimensão épica que a de uma memória estilhaçada. Ler mais

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José Mário Silva escreve sobre "Auto de António Último Príncipe de Avis"
28-10-2017 J.M.S, Revista do Expresso

Primeiro livro publicado por Manuel Alegre depois de ter vencido, em junho deste ano, o Prémio Camões, “Auto de António Último Príncipe de Avis” é simultaneamente uma notável homenagem à figura de D. António, Prior do Crato, e uma vindicação da sua memória. Ou melhor, uma defesa da sua importância histórica – mas sobretudo simbólica – enquanto emblema de um país que Portugal podia ter sido e não chegou a ser. Ler mais

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Fernando Guimarães sobre "Auto de António" de Manuel Alegre:
25-10-2017 Fernando Guimarães, JL

"(...) este outro poema, cujo título “Fala de um e do outro” não deixa de ser significativo, quase poderia ser interpretado como uma espécie de arte poética, a qual acaba por se estender e dar sentido a todos os outros versos deste livro: “Um poema permite mudar lugares / países tempos amores / permite até juntar pessoas / séculos /colocar um onde devia estar o outro / ou onde nenhum sequer devia estar. / Permite juntar e separar e misturar / vidas e factos e fragmentos. / Por isso eu fui a Alcântara e não perdi / e agora sou António / e estou aqui.” Ler mais

Arquivo 2005-2009
Notícias
06-01-2018

O socialista Manuel Alegre disse hoje que o PS e os restantes partidos de esquerda que apoiam o Governo devem empenhar-se na aprovação de uma nova Lei de Bases da Saúde, mas “sem excluir ninguém”. No seu entender, essa Lei de Bases contribuirá para preservar o Serviço Nacional de Saúde (SNS) e fazê-lo regressar aos valores constitucionais que estiveram na sua origem, mas a reforma não visa “acabar com os serviços privados” na área da saúde. Ler mais