Nós voltaremos sempre em maio
Manuel Alegre
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08-06-2017 RTP

Manuel Alegre venceu o Prémio Camões 2017, foi anunciado hoje na Biblioteca Nacional, no Rio de Janeiro. Um prémio instituído pelos governos do Brasil e de Portugal em 1988 e que é atribuído aos autores que tenham contribuído para o enriquecimento do património literário e cultural da língua portuguesa.
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Na Assembleia da República por ocasião do Prémio Camões 2017
09-06-2017

Todas as bancadas parlamentares aplaudiram de pé Manuel Alegre, após aprovação por unanimidade de voto de saudação da AR a Manuel Alegre "seu par", agora consagrado "como um nome maior das letras portuguesas". O voto destaca que "em Manuel Alegre, a Cultura, a Cidadania e a Política unem-se numa coerência de liberdade, criatividade e patriotismo". Ler mais

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20-05-2017 com Lusa

O poeta e escritor Manuel Alegre será o primeiro galardoado com o prémio Guerra Junqueiro, instituído pelo Freixo Festival Internacional de Literatura (FFIL), que decorre em Freixo de Espada à Cinta, de 01 a 03 de junho. No Festival será debatida a oportunidade de incluir Guerra Junqueiro (1850-1923) no Plano Nacional de Leitura, assim como instituído o prémio literário com o nome do escritor, que vai ser atribuído, nesta primeira edição, a Manuel Alegre. Ler mais

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01-05-2017

"Nós voltaremos sempre em maio" é um poema incluído em Praça da Canção, o primeiro livro de poemas de Manuel Alegre, de 1965. Também este poema foi premonitório: em 2 de maio de 1974 Manuel Alegre regressa a Lisboa, após dez anos de exílio em Argel. Recordamos hoje esse regresso e o poema, na voz de Mário Viegas. Ler mais

25-04-2017 Lusa

O cinquentenário da primeira edição do livro de poesia "O Canto e as Armas", de Manuel Alegre, é comemorado na quinta-feira pela Academia das Ciências de Lisboa (ACL), anunciou hoje a editora Publicações D. Quixote.
A sessão está prevista para as 17:30 e, além do autor, conta com a participação do presidente da ACL, Artur Anselmo, e do ensaísta e crítico literário Eugénio Lisboa, que falará sobre "a importância e o significado de um livro singular na história da poesia portuguesa contemporânea", como se lê no comunicado da editora. Ler mais

Alegre com os filhos de Ferreira Sares e primos de Catarina Martins em Nogueira de Regedoura
01-04-2017 Cristina Margato, foto de Rui Duarte Silva, Expresso

No cinquentenário de "O Canto e as Armas", Alegre homenageou o médico dos pobres, tio-avô de Catarina Martins. Oiça o poema na voz de Manuel Alegre AQUI Ler mais

Manuel Alegre fala ao Expresso da prisão em Luanda em 1963:
19-04-2017 Texto de Cristina Margato, video de Joana Beleza, Expresso Diário


O isolamento foi uma arma sofisticada usada pela ditadura, um método de tortura a que a PIDE recorria como complemento da privação de sono, dos espancamentos e das humilhações. O poeta e político Manuel Alegre, detido em Luanda, em abril de 1963, foi um dos presos políticos que foi colocado na “solitária”. É o segundo dos testemunhos que o Expresso está a publicar esta semana de oposicionistas enviados para os chamados “curros”, ou “segredo” Ler mais

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Manuel Alegre em entrevista de vida ao jornal i:
03-03-2017 Afonso de Melo (texto) e João Girão (fotos), título e subtitulos nossos, jornal i

"O Canto e as Armas” faz 50 anos. Foi o livro de um povo. Um canto. Uma sensação escrita de liberdade, como fora “Praça da Canção”. O poeta não envelhece, apesar do tempo. A voz continua firme. E um país terá sempre o tamanho dos seus homens.
O entrevistado tem muito para contar. Mais de 80 anos de uma vida digna de um personagem de Musset. Mistura de revolução e romantismo. Uma ideia de pátria, uma poesia interventiva, um gosto pela seiva. Uma entrevista de afetos. Afinal, entre quem fala e quem escreve, há lugares e pessoas que se repetem. E Águeda como uma mãe debruçada na janela da infância. Ler mais

24-04-2017 Carlos Vaz Marques, TSF

Na véspera do 25 de abril, O Canto e as Armas foi livro do dia na TSF.
Oiça a emissão, abrindo o ficheiro em baixo. Ler mais

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No Dia Mundial da Poesia em Santo Tirso
23-03-2017

No Dia Mundial da Poesia, nos transportes públicos da zona norte de Santo Tirso, os passageiros foram surpreendidos, durante a viagem, com a leitura de vários poemas de Manuel Alegre, que estará presente, sexta-feira e sábado, naquela cidade. Manuel Alegre é é o grande homenageado da 14.ª Edição de Poesia Livre, iniciativa promovida pela Câmara Municipal de Santo Tirso, que teve início no passado dia 11 e se prolonga até ao próximo domingo. Ler mais

Arquivo 2005-2009
Notícias
22-06-2017

José Carlos de Vasconcelos assina, em editorial do Jornal de Letras, um texto a que chamou "O Prémio Camões a quem o merece...". Nele, JCV escreve: "De quantos escritores se pode dizer que, meio século após a sua publicação, tiveram assim assinalados, ‘festejados’, dois livros seus, que continuam a ser lidos?". Lembrando que estes dois livros "não podem fazer esquecer ou minimizar toda a obra subsequente do escritor – vasta, valiosa e multifacetada", JCV afirma: "Não há poeta português, creio eu – pelo menos hoje (...) mais camoniano do que Manuel Alegre", para concluir que "também por isso foi muito justo e oportuno este prémio."
Leia o editorial de José Carlos de Vasconcelos AQUI Ler mais

Discurso Directo
13-06-2017

Agradeço comovidamente as centenas de mensagens que recebi, quer por SMS, quer por mail, quer através de outros meios. O sentimento de partilha foi o melhor deste prémio, mas não tenho possibilidade de agradecer individualmente a todos os que se manifestaram.
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Discurso Directo
Sobre a renúncia à candidatura do chefe das "Secretas"
08-06-2017

A propósito da renúncia de José Júlio Pereira Gomes à chefia do SIRP, cargo para o qual fora indigitado pelo Primeiro Ministro e que carecia de prévia audição no Parlamento, Manuel Alegre deixou ao DN o seu importante testemunho:
Sinto um grande alívio. Fica salvaguardada a dignidade do Estado, que não pode premiar quem não cumpre o seu dever. E fica resguardado o respeito devido aos que cumpriram a sua missão, mantendo-se no seu posto e defendendo, com risco da própria vida, os timorenses que trabalharam para Portugal e que Pereira Gomes esteve prestes a abandonar à sua sorte.
Vivi intensamente esses dias. O meu filho Francisco estava lá. Mantive um contacto permanente com Guterres, Gama e Sampaio, também a pedido deles. Pereira Gomes não pode dizer na minha cara que tem a consciência tranquila. Ele sabe que eu sei que telefonava constantemente a Guterres a pedir para o tirarem de lá. Ele sabe que eu sei que ofereceu o meu filho como voluntário para ele se pôr ao fresco. O meu filho aceitou, por sentido de dever, o repto que lhe foi lançado pelo governo. Foi o bom senso de Jaime Gama que evitou a vergonha do chefe da missão se vir embora, entregando às feras o diplomata mais novo. O ministro Santos Silva também sabe que eu sei que ele sabia que Pereira Gomes era uma péssima escolha.
Não fiz declarações públicas até agora. Mas comuniquei com lealdade a António Costa a minha discordância total com uma escolha a todos os títulos inadequada. Disse-lhe que, para saber a verdade, não bastava ouvir embaixadores e oficiais de polícia que não estiveram lá na recta final. Era preciso ouvir os que estiveram até ao fim, e sobretudo os que aceitaram as orientações do governo e cumpriram com honra o seu dever: como é o caso dos 3 GOE, dos quatro jornalistas, do porta-voz da missão, do médico, e do meu filho. Só assim se poderia contrariar interesses corporativos e empenhos particulares.
Confesso que desde a fundação da democracia nada me indignou e incomodou tanto como esta nomeação. Ler mais