"Nada está adquirido, tudo está a andar para trás muito depressa"
Manuel Alegre
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Manuel Alegre sobre o gesto de Alberto Martins em 1969:
21-05-2019

“Pedir a palavra num país amordaçado é em si mesmo um acto de libertação” disse Manuel Alegre ontem na apresentação do livro Peço a Palavra, de Alberto Martins, que no dia 17 de Abril de 1969, ao pedir a palavra em nome dos estudantes de Coimbra em cerimónia presidida por Américo Tomás desencadeou a grande crise académica de 1969. “E não foi preciso dizer mais nada. O tabu tinha sido quebrado. E já não era só um a pedir a palavra. Eram milhares", salientou Manuel Alegre, frisando que “foi uma viragem histórica no movimento estudantil e na própria luta do povo português pela liberdade.” Ler mais

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11-05-2019

Manuel Alegre foi um dos autores presentes na homenagem a Maria Teresa Horta que decorreu entre os dias 8 e 10 de maio no Congresso Internacional promovido pela Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa. Para Manuel Alegre, que interveio ontem, a escrita de MTH “é uma sublevação de linguagem, uma insurreição poética e, de certo modo uma revolução moral, porque restituiu às palavras a sua verdade e ao corpo o seu direito à santidade do prazer.” O poeta confessou que sempre viu “a Maria Teresa enduendada.” E alertou: "Dir-se-á que a revolução sexual está feita e a liberdade consagrada na Constituição. Mas eu creio que nada está adquirido, porque tudo está a andar para trás muito depressa."
Veja o texto integral de Manuel Alegre sobre Maria Teresa Horta AQUI Ler mais

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04-05-2019

Manuel Alegre recebeu ontem o Prémio “Bibliotecando em Tomar”, uma iniciativa conjunta das seguintes instituições: Agrupamento de Escolas Nuno de Santa Maria, Agrupamento de Escolas Templários, Câmara Municipal de Tomar, Centro de Formação ‘’Os Templários’’, Centro Nacional de Cultura, Rede de Bibliotecas Escolares e Tech&Art do Instituto Politécnico de Tomar. A cerimónia decorreu numa sessão realizada no Complexo Cultural da Levada, em Tomar, com um painel coordenado por Guilherme de Oliveira Martins e que contou com José Manuel Mendes, António Carlos Cortez e Manuel Alegre. Ler mais

No dia 23 de abril
24-04-2019 Facebook do Festival de Poesia e Música de Vila Nova de Foz Coa


Manuel Alegre foi o homenageado no Festival de Música e Poesia de Vila Nova de Foz Côa, no dia 23 de abril, onde foi recebido com muito carinho popular e admiração. O município editou e fez distribuir uma antologia de 55 poemas do escritor, organizada por Paulo Sucena, também presente na homenagem. Para além da leitura de alguns poemas por Manuel Alegre, a sessão contou com depoimentos em vídeo de Guilherme d'Oliveira Martins, António Lobo Antunes e Lídia Jorge. Um momento marcante, no final do colóquio, foi a oferta a Manuel Alegre pelo presidente da câmara, Gustavo de Sousa Duarte, de um fac-símile do foral de D. Dinis sobre Foz Côa, verdadeira “certidão de nascimento” da Vila, datado de 21 de maio de 1299, há quase 720 anos. Ler mais

Foto de Carlos Martins
Manuel Alegre em Caxias 45 anos depois:
26-04-2019 com Lusa

“Foi com a libertação dos presos políticos que se concretizou verdadeiramente o 25 de Abril" afirmou Manuel Alegre ontem, à porta da cadeia de Caxias, numa cerimónia promovida pela Câmara Municipal de Oeiras para celebrar os 45 anos da libertação dos presos políticos. "Só a partir desse momento é que o 25 de Abril passou a ser o dia da liberdade para todos os portugueses", defendeu, lembrando os nomes dos libertadores, Capitão Mário Pinto e Comandante José Júlio Abrantes Serra. Na placa comemorativa descerrada, lêem-se versos de Manuel Alegre cantados por Amália Rodrigues e por Maria Bethânia: “Hei-de passar nas cidades / como o vento nas areias/ e abrir todas as janelas / e abrir todas as cadeias.” Ler mais

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Manuel Alegre recorda Sophia na Grécia:
08-05-2019 Manuel Alegre, artigo publicado no JL,nº 1268

Partilhámos juntos muitos momentos, Natais, passagens de ano, aniversários, doenças, almoços, jantares, banhos de mar, leituras, telefonemas a meio da noite para um desabafo ou um poema. Mas hoje, ao abrir o volume de “Histórias da Terra e do Mar", deparei com a dedicatória de Sophia: “Para a Mafalda e o Manuel com saudades dos jantares no DYONISOS, em frente da Acrópole e das danças da Dora Stratos na noite de Junho”. Ler mais

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Manuel Alegre em entrevista ao DN:
20-04-2019

A destruição de parte da catedral emocionou o poeta e fê-lo recordar os momentos em que a olhava no exílio e depois numa visita com Soares e Mitterrand. Considera que é "a metáfora de uma certa desatenção" para com o património e um aviso para o descuido com a cultura e espera que Portugal perceba esse aviso. Para o poeta existe outro apelo imediato, o que resulta da literatura: "Quem é que não se apaixonou pelo romance de Victor Hugo, Notre-Dame de Paris, pela Esmeralda e acompanhou o corcunda? A catedral parisiense faz parte do nosso imaginário", "contém uma enorme história" e "é um símbolo da França e da Europa, católico e ao mesmo tempo laico, pois pertence a todos."
Veja a entrevista na íntegra AQUI Ler mais

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Manuel Alegre, na entrega do Prémio Vida e Obra da SPA
28-03-2019

Manuel Alegre agradeceu o Prémio Vida e Obra atribuído pela Sociedade Portuguesa de Autores e entregue na Gala realizada no Centro Cultural de Belém no dia 27 de março, lembrando que "vida e escrita são inseparáveis." E recordando Sophia, disse que "a cultura não é para enfeitar, é para transformar." Ler mais

Manuel Alegre e Paula Morão
Manuel Alegre, hoje doutorado Honoris Causa pela Universidade de Lisboa:
02-10-2018 com Lusa

“Espero continuar a rimar o meu poema com a minha vida”, confessou Manuel Alegre no final da intervenção, longamente aplaudida de pé, com que agradeceu o doutoramento Honoris Causa hoje atribuído pela Universidade de Lisboa. O autor de “O Canto e as Armas” passou em revista o seu percurso académico, literário e cívico, perante uma assistência presidida pelo Presidente da República e onde se encontravam destacadas figuras do meio académico e da política.
Veja a intervenção integral de Manuel Alegre AQUI Ler mais

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Podcast do Expresso "Palavra de autor#10"
21-11-2018 Cristina Margato, Podcast do Expresso

Voz ativa da vida política, Manuel Alegre nem sempre se indigna. Também ama. A poesia de combate que começou por escrever e que se tornou uma forma de resistência à ditadura, enquanto ia ensaiando revoltas militares e ocupações, é uma forma de amor. O seu último livro Todos os Poemas são de Amor vem desses tempos até ao presente. E nesta conversa com Cristina Margato, o poeta também recua à época em que era criança e se colocava em cima de uma cadeira para dizer de cor os poemas e versos que aprendeu ainda antes de saber ler e escrever.

Oiça o podcast AQUI Ler mais

Arquivo 2005-2009
Notícias
05-05-2019

Manuel Alegre foi hoje homenageado pela Federação Portuguesa de Caça, em Santarém, pela pela sua intervenção "na defesa da Caça e das Tradições". A homenagem decorreu no XXVII Encontro Nacional dos Caçadores, que decorre no Centro Nacional de Exposições e Mercados Agrícolas, em Santarém, onde está aberta ao público a exposição Expocaça. Ler mais

Manuel Alegre ao jornal Público:
30-04-2019

“António Costa deve cumprir o que prometeu a António Arnaut”, recorda o militante histórico do PS e ex-candidato à Presidência da República.

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Discurso Directo
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27-02-2019

"Estar com Sophia foi sempre uma espécie de celebração"
Manuel Alegre, julho de 2004 Ler mais

Discurso Directo
Artigo de Manuel Alegre no Público
16-01-2019

Fui um dos subscritores da primeira proposta sobre o SNS apresentada pelo PS na AR, tendo à cabeça a assinatura de António Arnaut, seguida, entre outras, pelas de Mário Soares e Salgado Zenha. Estive com António Arnaut até ao fim da sua vida na luta pela defesa do SNS, a maior reforma social da nossa democracia e uma causa de todos os que têm uma visão humanista e solidária. Prometi-lhe que, dentro das minhas poucas possibilidades, tudo faria para o PS cumprir a sua obrigação histórica: uma nova Lei de Bases que restitua ao SNS os seus princípios fundadores e constitucionais. Ler mais