"Amália, mais do que ela, é todos nós"
Manuel Alegre
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Manuel Alegre ao DN:
23-07-2020 João Céu e Silva, Diário de Notícias

Há mais de meio século, Manuel Alegre foi surpreendido com uma carta de Alain Oulman a pedir autorização para musicar um poema seu para Amália cantar. O poeta estava no exílio em Argel e não esperava um gesto destes para que um seu primeiro poema, Trova do vento que passa, fosse interpretado pela fadista. Uma voz que conhecia bem dos tempos de estudante em Coimbra e do próprio exílio, pois eram dela alguns dos discos que ouvia distante do país. Publica agora um livro com as memórias sobre Amália e com os poemas que foram cantados pela fadista, como Meu amor é marinheiro, Abril e As Facas, além de vários - alguns inéditos - em que a palavra fado e Amália existem. Um livro com pouca dezenas de páginas, mas de perfeita oportunidade nas comemorações do centenário do nascimento da fadista. Ler mais

Em entrevista na TVI
21-07-2020 TVI


No dia em que o livro "As sílabas de Amália" está à venda nas livrarias, em entrevista a Manuel Luís Goucha, no programa "Você em directo"na TVI, Manuel Alegre fala de Amália, da pandemia "que não esperávamos" e das desigualdades, "outra forma de pandemia". Termina lendo um poema que escreveu sobre Amália quando estava hospitalizado no exílio e que mais tarde lhe ofereceu. Ler mais

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18-07-2020 Nuno Galopim, Expresso

Manuel Alegre, último poeta vivo que Amália cantou, dedica-lhe um tributo na forma de um livro. Os poemas cantados, dois inéditos a ela dedicados, textos em prosa e outros mais poemas sobre o fado (a maioria deles nunca antes publicados) surgem agora reunidos em “As Sílabas de Amália”, um livro lançado pela D. Quixote que “é uma homenagem ao Alain Oulman, que tinha um grande instinto para o que na poesia era ao mesmo tempo culto e popular” e que é também “um tributo a Amália, porque”, como explica o autor ao Expresso, “Amália, mais do que ela, é todos nós”. Ler mais

Manuel Alegre na campanha de 2016, foto de Ana Maria Baião Correia
Presidenciais
04-06-2020 Fábio Monteiro, Expresso diário on-line

Manuel Alegre tem um número “fetiche”: 29. 758. Foi por esta curtíssima margem de votos, nas presidenciais de 2006, que o socialista não obrigou Cavaco Silva a uma segunda volta. Nunca desvinculado do PS, mas sem o apoio oficial do partido, Alegre protagonizou um fenómeno singular na política nacional: amealhou nas urnas 20,74% dos votos (1.138.297) - mais do que Mário Soares, que tinha nas costas a máquina partidária do PS -, o melhor resultado de que há registo de um candidato sem o apoio de um partido. “É preciso coragem, destemor. Sabia que tinha muito apoio, que não ia ser um flop”, diz ao Expresso. Ler mais

Manuel Alegre, em tempos de emergência:
15-04-2020 com Lusa

"Com cada editora que fecha, e cada livraria que acaba, não é apenas um pouco de nós e do nosso passado que morrem, é também o futuro que se atrasa", escreveu o poeta num texto hoje divulgado pela Lusa. "E o futuro, conclui o escritor, passa por uma outra visão, uma nova cultura, mais livros.” Ler mais

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29-03-2020

O poema Lisboa ainda de Manuel Alegre tem vindo a ser intensamente partilhado e divulgado. Amigos de várias línguas e países, a começar por Itália, traduziram-no e estão a partilhá-lo também. Aqui fica, num registo de Francisco Biscaia, "uma janela de esperança". Ler mais

Coronavírus
21-03-2020 Nuno Pacheco, Público on-line, 18:27

Manuel Alegre assinala o Dia Mundial da Poesia com poema inédito sobre a Lisboa que, perante a pandemia, “em cada rua deserta/ ainda resiste”. Publicado no Facebook, o poema já chegou a mais de 400 mil pessoas. Ler mais

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Publicado no facebook de Manuel Alegre escritor
20-03-2020

Este poema de Manuel Alegre, escrito no dia 20 de março, começou a circular no facebook de Manuel Alegre escritor nesse mesmo dia, às 15:07. Ler mais

Manuel Alegre ao DN, num 25 de Abril em tempo de pandemia:
25-04-2020

Em importante entrevista ao DN, Manuel Alegre reitera a importância desta data: “É natural, legítimo e necessário que neste período em que vivemos a Assembleia celebre o 25 de Abril”. “Seria muito estranho que em pleno estado de emergência fechasse nesse dia, que é precisamente o dia fundador da liberdade.” Ao longo da entrevista, o escritor interroga-se sobre o futuro: “Não tenhamos ilusões, nada vai ser como era antes”. “Quando hoje se fala de retoma, diz ainda, existe uma ideia de que tudo voltará ao mesmo” mas “não vai ser assim; há hábitos, gestos e atitudes de proximidade que serão diferentes, bem como os comportamentos cívicos e culturais, e o mesmo acontecerá na economia”. Para Manuel Alegre, “não é só a economia e a saúde que estão a sofrer prejuízos incalculáveis, é um modo de vida que acabou. Sabemos o que está a acabar, desconhecemos o que irá nascer.” Alegre insiste na dimensão cultural desta emergência, já que “a cultura está a sofrer muito”, “as livrarias e as editoras estão fechadas e os escritores têm os seus livros parados”, tal como “os teatros, os atores e os músicos”. “Os poderes públicos, defende, deveriam ter uma grande preocupação com o setor da literatura, que é essencial, bem como com outras formas de arte”. Para o escritor, o facto de a primeira loja a abrir em Itália ter sido uma livraria, a livraria Feltrinelli, "tem valor simbólico grande e é inspirador.”
Ver entrevista na íntegra AQUI Ler mais

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01-07-2020

A partir do dia 21 julho estará disponível nas livrarias um novo livro de Manuel Alegre - "As sílabas de Amália" - a homenagem do poeta à voz única de Amália Rodrigues, no ano em que se comemora o centenário do seu nascimento. Ler mais

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05-05-2020 #CamõesIP #DiaMundialdaLínguaPortuguesa
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Na RTP1, lendo o poema A Fala
05-05-2020 RTP 1

No primeiro Dia Mundial da Língua Portuguesa, Manuel Alegre leu na abertura do Jornal da Tarde da RTP1 o poema "A Fala" do livro "Sonetos do Obscuro Quê".
Veja AQUI
Leia o poema AQUI Ler mais

Manuel Alegre no Dia 25 de Abril
25-04-2020


"...é precisa (mais que tudo) a poesia." Ler mais

31-03-2020 #LisboaAinda #ManuelAlegre


"Uma melodia deu o mote para uma canção colectiva sobre o poema Lisboa Ainda, de Manuel Alegre. De todos para todos"

Violino - Ravena Carvalho
Guitarra - André Santos
Contrabaixo - António Quintino
Voz - Joana Alegre Ler mais

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Manuel Alegre, poema escrito em 20 de março de 2020
20-03-2020

Lisboa não tem beijos nem abraços
não tem risos nem esplanadas
não tem passos
nem raparigas e rapazes de mãos dadas
tem praças cheias de ninguém
ainda tem sol mas não tem
nem gaivota de Amália nem canoa
sem restaurantes sem bares nem cinemas
ainda é fado ainda é poemas
fechada dentro de si mesma ainda é Lisboa
cidade aberta
ainda é Lisboa de Pessoa alegre e triste
e em cada rua deserta
ainda resiste.

Manuel Alegre Ler mais

Arquivo 2005-2009
Discurso Directo
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18-07-2020

“Na tua voz há tudo o que não há /
há tudo o que se diz e não se diz /
há os sítios da saudade em tua voz /
o passado o futuro o nunca o já /
as sílabas da alma e um país /
porque tu mais que tu és todos nós.”

Primeira estrofe do poema Amália, um dos que integra o livro As Sílabas de Amália, que estará nas livrarias no próximo dia 21 Ler mais

Discurso Directo
Artigo de Manuel Alegre, Alberto Martins, Maria de Belém Roseira e José Vera Jardim
23-05-2020

A propalada alteração “cirúrgica” à lei que atribui a nacionalidade portuguesa, por naturalização, a “descendentes de judeus sefarditas portugueses, actualmente em elaboração na Assembleia da República, conduz na prática à revogação da Lei Orgânica n.º1/2013, de 29 de Julho. Ao impor elementos não especificados que comprovem uma ligação actual a Portugal esta alteração pode significar tudo e o seu contrário, mas sobretudo a denegação do princípio matricial do jus sanguinis.

E esquece a natureza e os antecedentes da lei de 2013. O projecto de lei que lhe deu origem, por iniciativa do Grupo Parlamentar do Partido Socialista de então, foi apresentado e discutido em Sessão Plenária da Assembleia da República em conjunto com um outro apresentado pelo CDS/PP sobre a mesma matéria. Teve como principal objectivo concretizar a reparação histórica de atrocidades sangrentas e vis, sem paralelo, que perduraram séculos, dirigidas contra um povo que foi expulso da terra onde habitava e que era sua “antes de haver nome Portugal”. Ler mais