Custa-me acreditar que não mais ouvirei essa voz que vinha do coração e trazia um apelo: Salvar o SNS
Manuel Alegre
InícioManuel AlegreNotíciasAgendaOpiniãoPresidenciais 2011LinksPesquisa
YouTube Twitter FaceBook Flickr RSS Feeds
*
Na Casa de Vilar, em Lousada
12-06-2018

O poeta Manuel Alegre esteve no dia 5 de junho em Lousada para a apresentar a obra "Sombras, Memórias – evocação na primeira pessoa do meu tio”, a fotobiografia do poeta Álvaro Feijó, da autoria de Rui Graça Feijó. A apresentação decorreu na Casa de Vilar. A data, o local e os intervenientes não foram inocentes. A 5 de junho de 1916 nascia Álvaro Feijó, para sempre associado ao neorrealismo e à geração do Novo Cancioneiro, passando algum tempo da sua curta existência (faleceu em 1941) na sua Casa de Vilar, onde Manuel Alegre viria a ser acolhido antes da partida para o exílio. Ler mais

Foto de Paulo Cunha, Lusa
Manuel Alegre no Congresso do PS:
26-05-2018 JN, título nosso

Manuel Alegre puxou o congresso para a "esquerda democrática" com um discurso empolgante e muito aplaudido onde alertou para "o risco de morte" de uma viragem à direita. "Não vale a pena inventar novos ADN". O ADN do PS "sempre foi servir o povo e melhorar as suas condições de vida. Foi isso que fez o Arnaut e é isso que temos de continuar a fazer", afirmou evocando o "pai do Serviço Nacional de Saúde".
Veja a intervenção integral de Manuel Alegre AQUI Ler mais

Em Coimbra em 2015
22-05-2018

Esta é a palavra de ordem que Manuel Alegre nos lança, neste dia de luto nacional pela morte de António Arnaut. Saibamos honrá-la!

Veja o artigo de Manuel Alegre Lição de Vida Ler mais

Manuel Alegre em Braga:
27-04-2018 Lusa

O socialista Manuel Alegre avisou hoje que uma "reedição do bloco central" seria um "grande retrocesso e colocaria em risco" o PS, salientando que, mesmo com uma maioria absoluta, os socialistas devem "manter a convergência de esquerda"."Uma viragem à direita, ou uma reedição do bloco central, ou uma inversão destas políticas seria um grande retrocesso e colocaria em risco, não tenho dúvida nenhuma, o Partido Socialista, tal como aconteceu àqueles partidos socialistas e sociais-democratas que se aliaram à direita para fazer a política da direita", avisou o antigo candidato à Presidência da República, em Braga, num jantar evocativo do 25 de Abril. Ler mais

*
25-04-2018
RTP3, entrevista conduzida por Ana Lourenço
13-11-2017 RTP 3
Manuel Alegre ao DN:
03-01-2018 DN

“Um país tão antigo como o nosso não precisa de ser reinventado”, afirmou Manuel Alegre ao DN, em reacção do discurso de Ano Novo do Presidente da República. “Há um certo fetichismo das palavras e , como o Presidente disse isso, agora toda a gente fala em reinvenção. Sendo um dos países mais antigos da Europa, o que necessita é (de) ser amado e respeitado, não (de) ser reinventado” disse ainda Manuel Alegre, que concluiu: “Existem várias áreas em que é preciso mudar a situação e uma delas é a do Serviço Nacional de Saúde, que precisa de uma nova lei que refunde o sistema em vez de o reinventar.” Ler mais

Manuel Alegre ao DN:
04-11-2017 Entrevista conduzida por João Céu e Silva, DN

É o primeiro livro de poemas que Manuel Alegre lança após ter recebido o Prémio Camões. Um conjunto de poesias em torno do prior do Crato, que considera ser um protagonista ignorado sem razão.
O intuito pedagógico existe em Auto de António - Último Príncipe de Avis, o mais recente livro de poesia de Manuel Alegre. Explica: "Quero mostrar que na pior hora da história de Portugal o povo não se submeteu (ao domínio dos Filipes), o que custou muitas mortes. Essa figura lendária de D. António, prior do Crato, é um exemplo da insubmissão que não se rende, de alguém que morre longe, em Paris, com dificuldades e de quem nem se sabe bem onde está o seu corpo."
Veja o poema "Uma Balada" que integra este livro de Manuel Alegre AQUI Ler mais

Foto de Álvaro Isidoro
Manuel Alegre na entrega do Prémio Camões 2017
02-02-2018 Reportagem de Judith Menezes e Sousa, TSF

Emocionado, na hora de receber o Prémio Camões, o maior galardão da língua portuguesa, Manuel Alegre defendeu que a literatura e a poesia possam representar a "resistência contra o pensamento único", num momento em que talvez se "necessite de novo da voz dos filósofos e dos poetas".
Oiça a reportagem da TSF AQUI
Veja a intervenção integral de Manuel Alegre AQUI Ler mais

*
22-11-2017

Manuel Alegre foi hoje distinguido com um doutoramento "honoris causa" pela Univesidade de Pádua, uma das mais antigas da Europa onde desde 2010 existe uma Cátedra com o nome do poeta português. Numa cerimónia carregada de emoção, Manuel Alegre proferiu a sua "lição magistral" na língua portuguesa, lembrando que "Portugal existe porque, antes de ser Estado, já era língua e poesia. As nações todas são mistérios, escreveu Fernando Pessoa. Esse é talvez o mistério da longevidade de Portugal e da projecção multinacional da língua portuguesa."
Veja a lição magistral na íntegra AQUI Ler mais

*
15-11-2017

“Manuel Alegre levantou um auto a D. António, auto não de pena e castigo, mas auto de poemas”, escreveu Borges Coelho na mensagem lida na apresentação do mais recente livro do poeta, “Auto de António – Último Príncipe de Avis”, uma edição das Publicações Dom Quixote.
Borges Coelho não pôde comparecer por razões de saúde, mas não quis deixar de enviar a sua mensagem. Certo é que, confessou Manuel Alegre, o historiador, com “Os Filipes”, V volume da História de Portugal que tem vindo a publicar, esteve na origem deste “Auto de António”, um livro “com muitas camadas”, como disse o crítico José Mário Silva, que, segundo Manuel Alegre, fala do Prior do Crato, “de todos nós e também de mim”. Ler mais

*
Em entrevista ao DN
19-05-2018 João Pedro Henriques, DN, título nosso

A uma semana do Congresso do PS, Manuel Alegre, em entrevista ao DN, reafirma a necessidade de “mais ambição” na geringonça, da defesa do SNS, cujo “problema número um é o do acesso”, pois “há muitas pessoas que esperam muito tempo e não têm dinheiro para ir aos privados. E dessa maneira o SNS fica um serviço para pobres. É o contrário do que quisemos.” Preocupado com os recentes incidentes no Sporting, que considera “um sintoma” do que chama de “populismo inorgânico ou larvar”, que “é sempre perigoso” e “tem de ser visto por todo o poder politico”, Manuel Alegre revela que irá ao Congresso do PS se for convidado, e que não deixará de lá fazer a defesa do SNS, da decência e da transparência da política, mas não falará de pessoas. Ler mais

Arquivo 2005-2009
Discurso Directo
Artigo de Manuel Alegre no DN
*
22-05-2018

Conheci-o em Nambuangongo em 1962. Passámos uma noite a conversar. Éramos novos e trazíamos em nós todas as utopias do mundo. Foi a primeira vez que ouvi a expressão “Socialismo em Liberdade”. Mais tarde, já depois do 25 de Abril, ele repeti-la-ia muitas vezes. Para António Arnaut, não eram apenas palavras nem conceitos abstractos, mas uma forma de vida que ele praticava. Foi um dos socialistas mais genuínos que conheci. Socialista praticante, democrata praticante. E sobretudo um humanista, alguém para quem as ideias eram inseparáveis do sentimento e do coração. Tive a honra de ser um dos subscritores do primeiro texto do SNS por ele apresentado na A.R. Sim, ele foi pai dessa causa que, mais do que uma causa ideológica, sempre considerou como um projecto patriótico e humanista. O SNS mudou a saúde em Portugal e mudou a vida de milhões de portugueses até aí excluídos dos cuidados públicos de saúde. Viveu, lutou e sofreu pelo SNS. Até ao fim, preocupado com as deformações introduzidas ao texto constitucional e com o risco do serviço público continuar a ser drenado para o sector privado. Com João Semedo assinou o livro Salvar o SNS com propostas concretas para alteração da lei actual. Ler mais

Manuel Alegre em artigo no Público
20-04-2018

"(...) há nas redes sociais um populismo inorgânico à espera de uma crise política do sistema, que nasceria inevitavelmente de uma inversão da actual política ou da viragem para um novo Bloco Central. Por isso, o único caminho, não só para o PS mas para o futuro de uma Democracia socialmente estável, é manter e reforçar a convergência das esquerdas e a aliança parlamentar que sustenta um governo que é visto, lá fora, como uma excepção política na Europa e como o último governo da esquerda democrática." Ler mais