Há um livro por escrever dentro de todos os que andámos na guerra. É o livro do silêncio de muitos silêncios feito.
Manuel Alegre
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Manuel Alegre sobre Vasco Pulido Valente:
Entrevista telefónica à TVI 24
21-02-2020 TVI 24

A minha primeira reacção é sentir que Vasco Pulido Valente é uma pessoa que faz falta. Nós somos mais ou menos da mesma geração, embora eu seja mais velho, ainda participámos no movimento estudantil dos anos 60. Nunca fomos amigos, nunca estivemos do mesmo lado, a não ser do lado da liberdade. Discordámos a maior parte das vezes. Ultimamente concordávamos mais. Agora tenho que reconhecer que ele foi porventura o mais talentoso de todos os nossos cronistas políticos. Era um homem lúcido, incómodo, por vezes corrosivo, cuja lucidez e cuja escrita, e ele escrevia muito bem, fazem falta. Fazem falta à nossa vida cívica e fazem falta à nossa cultura. E eu, que quase sempre estive em desacordo com ele, tenho saudades do Vasco Pulido Valente. Ler mais

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11-11-2019

No dia 11 de setembro de 2009, o corpo de Jorge de Sena foi trasladado para o cemitério dos Prazeres, numa cerimónia que Manuel Alegre criticou como "quase clandestina". No antigo site do ex-deputado, Manuel Alegre defendeu que o seu lugar era no Panteão Nacional. «Daqui a muitos anos terá sido esquecido o que entre nós nesse dia se passou. Mas saber-se-á com certeza que o dia 11 de Setembro de 2009 foi o dia em que ficou finalmente sepultado em Portugal o poeta Jorge de Sena», escreveu. Ler mais

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Crónica de Fernando Alves sobre Manuel Alegre e a Escritaria
25-10-2019 Fernando Alves, TSF, "Sinais"

Alegre vai apresentar amanhã o livro que reúne todos os sonetos da sua obra, desde o "Soneto de Amor da Hora Triste" (publicado em 1965, na Praça da Canção) à "Homenagem a Pablo Neruda", o soneto que leu em Isla Negra, junto ao túmulo do poeta, durante a viagem do presidente Mário Soares, no início da década de 90. Se o fio da conversa nos levar por aí, tratarei de saber ao lado de qual dos seus poetas amados gostaria ele de se sentar, vendo-o escrever um soneto. Ler mais

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Manuel Alegre na ADFA:
21-11-2019

"Há um livro por escrever e que provavelmente nunca será escrito, afirmou Manuel Alegre na Conferência "A literatura da guerra colonial e a guerra colonial na literatura", promovida pela Associação Portuguesa de Deficientes das Forças Armadas no passado dia 21 de novembro. "Chamar-lhe-ia Livro do Silêncio", acrescentou o poeta, explicando: "Esse livro não está escrito. É o livro do silêncio de muitos silêncios feito. Está dentro de todos nós, os que andámos na guerra."
Veja a intervenção integral de Manuel Alegre AQUI Ler mais

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Dia 15 de novembro em Águeda
12-11-2019 Facebook Manuel Alegre escritor

Na próxima sexta-feira, 250 alunos do 12.º ano da Escola Secundária Marques de Castilho vão receber das mãos de Manuel Alegre um exemplar do romance Alma e, no dia seguinte, na Biblioteca que tem o seu nome, haverá uma apresentação de Os Sonetos, uma antologia que reúne alguns dos sonetos do poeta aguedense.
Acontece tudo isto, em Águeda, a propósito das comemorações do 10.º Aniversário da Biblioteca Municipal Manuel Alegre. Ler mais

 "Há na minha língua uma página chamada Atlântico, onde há sempre uma viagem que não acaba até outros mares e outros poemas"
24-10-2019 Imediato

“Estamos todos em dívida para com esta iniciativa de Penafiel. Hoje eu, mas todos os escritores portugueses”, declarou Manuel Alegre em Penafiel no Escritaria, festival literário que o vai honenagear até domingo. Ler mais

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12-10-2019

Já está nas livrarias o novo livro de Manuel Alegre, Os Sonetos, que reúne sonetos do autor ao longo da sua obra. Como escreveu Maria Helena Rocha Pereira sobre o livro do autor Sonetos do Obscuro Quê, a "melodia própria" desta forma literária "exige um domínio da forma e dos sons que poucos possuem: e bem assim a concentração num conceito final, que surge como uma conclusão natural, ou então como uma farpa aguda, a apontar noutra direcção. Ora todas estas capacidades estavam presente há muito na arte deste poeta." Ler mais

Arquivo 2005-2009
Notícias
Afonso Guerra e Manuel Alegre na Feira do Livro de Sevilha:
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29-05-2019

Há 45 anos, um 25 de abril mudou a história de Portugal. Um dos protagonistas desse episódio, o poeta e dirigente socialista Manuel Alegre, interveio ontem, bem como o ex-vice presidente do governo (de Espanha), Alfonso Guerra, numa jornada intitulada “45 anos do 25 de abril. Portugal e Espanha”, no âmbito das iniciativas portuguesas na Feira do Livro de Sevilha. Ler mais

Discurso Directo
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27-01-2020

Passaram 75 anos da libertação de Auschwitz. Não podemos esquecer.

Auschwitz

Olhar vazio esqueletos em pé
mortos vivos caminhavam sem rumo.
E a quem lhes falava de Deus
eles apontavam a chaminé:
fumo. Ler mais