"Ninguém é dono do 25 de abril"
Manuel Alegre
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Manuel Alegre em Olivença:
10-06-2021 https://radioelvas.com/, excerto da notícia e video integral
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09-06-2021

Manuel Alegre é o convidado do Presidente da Câmara Municipal de Olivença para a celebração este ano do dia 10 de junho – Dia de Portugal, das Comunidades Portuguesas e de Camões. A celebração inclui uma leitura do livro “As Naus de Verde Pinho”, de Manuel Alegre, por alunos do Colégio “Sagrado Corazón de Jesús” e decorre na Casa de la Cultura de Olivenza. Ler mais

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Manuel Alegre ao JN
Entrevista conduzida por Sérgio Almeida
09-12-2020 Entrevista conduzida por Sérgio Almeida, JN

São menos de 40 páginas, mas nelas cabe (quase) tudo. Fulgurante revisão de vida, "Quando" - novo livro de poesia de Manuel Alegre - entrelaça o destino de uma geração com a inquietude de um presente marcado pela "sombra que cresce em toda a parte". Ler mais

Foto de António Pedro Ferreira
Manuel Alegre ao Expresso:
13-11-2020 Entrevista conduzida por José Mário Silva, Expresso

Contra o apagamento da memória, individual e coletiva, Manuel Alegre escreveu um poema-livro, sintonizado com os impasses do presente. Ao Expresso fala sobre “Quando”, mas também sobre eleições presidenciais — as americanas e as portuguesas. Ler mais

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19-02-2021 Lusa

A Associação Académica de Coimbra (AAC) lançou hoje o Prémio Literário Manuel Alegre, uma iniciativa destinada a todos os estudantes que estejam matriculados no ensino superior português. Ler mais

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Raquel Varela sobre "Quando":
26-12-2020 excerto de RTP3, Programa "O último apaga a luz"

“O Manuel Alegre voltou a surpreender, pelo menos a mim”, afirmou Raquel Varela na edição de Natal do programa 'O último apaga a luz' da RTP3, em que escolheu para oferecer Quando, o novo livro do poeta, “um livro lindíssimo, um poema, um longo poema”. “Surpreendeu-me”, explicou, “porque agora escreveu, já no grupo de risco, porque ele já tem alguma idade, confinado, um poema sobre a liberdade, sobre os afectos, sobre a necessidade de nós não vivermos no ‘twitter’ e nos relacionarmos, sobre a necessidade de não nos agarrarmos a ‘punchlines’ e comunicarmos.” Ler mais

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03-11-2020

O livro "As sílabas de Amália", com que Manuel Alegre homenageou Amália Rodrigues, está a ser alvo de segunda edição. Prova de que Amália, como o poeta reconheceu, "foi, excepcional e única, herdeira de um legado e de um dom, o dom de se dizer e nos dizer, Amália e um povo, a uma só voz". Ler mais

Manuel Alegre ao DN, sobre o plano de vacinação Covid 19:
29-01-2021 DN, excerto

Falando ao DN, o histórico socialista insurge-se duramente contra a nova prioridade dada a cerca de mil titulares de órgãos de soberania no plano de vacinação. Manuel Alegre, histórico dirigente do PS, ex-deputado, ex-conselheiro de Estado e ex-candidato presidencial (duas vezes), está indignado e perplexo com a forma como um vasto grupo de titulares de cargos em órgãos de soberania foi decretado prioritário no plano nacional de vacinação anti-covid-19. Ler mais

Manuel Alegre ao DN:
Entrevistado por João Céu e Silva
21-11-2020 DN

Em três dezenas de páginas, o poema intitulado 'Quando' faz um primeiro exame da opressão vivida devido à pandemia enquanto questiona os modelos políticos, económicos e sociais que a história arquivou na categoria de falhanços. Manuel Alegre não despe o seu lado político, mas nestes versos “eleva” o Twitter à categoria de Deus e de como as novas tecnologias iludem os que se “incomunicam” através delas. Ler mais

Manuel Alegre à Radio Observador:
21-04-2021 Inês Figueiredo e João Alexandre, Observador, excerto, título nosso

Manuel Alegre está “solidário” com a Iniciativa Liberal depois de a comissão promotora do desfile do 25 de Abril ter impedido a participação do partido e justificado a decisão com o cumprimento das regras sanitárias. O histórico socialista recordou, em declarações ao Observador, que “a liberdade não é suscetível de apropriação, não é propriedade de ninguém, de nenhum partido, de nenhuma organização, de nenhuma associação e pertence a todos os que se identificam com a liberdade”. Ler mais

Antes que seja demasiado tarde
26-01-2021 Público

Manuel Alegre encabeça grupo de cidadãos que apela à revisão urgente dos critérios de vacinação para que sejam prioritariamente vacinados os maiores de 80 anos, em respeito pelo compromisso de Portugal junto da Comissão Europeia. Como afirmam, "está por apresentar um Plano de Vacinação corrigido que incorpore o fator idade como elemento essencial das prioridades da vacinação. É para isso que apelamos antes que seja demasiado tarde e se tenha perdido uma boa parte de uma geração." Ler mais

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01-12-2020 RTP

O escritor Manuel Alegre recordou Eduardo Lourenço como uma figura que "faz parte de nós". O ensaísta morreu esta terça-feira, aos 97 anos. "É alguém que nos pensou como mais ninguém. Fez uma viagem por dentro de nós mesmos, na nossa relação connosco e na nossa relação com o mundo", disse Manuel Alegre em entrevista por telefone à RTP, no Jornal da Tarde.

Veja na íntegra AQUI Ler mais

Foto de José Carlos Carvalho
Manuel Alegre ao JL sobre o novo livro "Quando"
Entrevista conduzida por Luís Ricardo Duarte
04-11-2020 JL, nº 1307, de 4 a 17 de novembro de 2020

É uma viagem íntima e um grito de revolta. Quando, o seu novo e “inesperado” livro, um longo poema que chega para a semana às livrarias, tem a marca das lutas que caracterizam o seu percurso. Mas é acima de tudo uma reflexão sobre a vida e o lugar da poesia num mundo globalizado em que “a libertação da palavra poética pode vir a ser uma das últimas formas de resistência”. Um canto em busca de uma nova toada que o JL revela e antecipa, pré-publicando a última secção do poema, “lido" por Paula Morão, e entrevistando o autor, Prémio Camões em 2017, e com numerosas outras distinções, figura histórica da resistência à ditadura, da democracia e do PS, e duas vezes candidato à Presidência da República. Ler mais

Em entrevista na TVI
21-07-2020 TVI


No dia em que o livro "As sílabas de Amália" está à venda nas livrarias, em entrevista a Manuel Luís Goucha, no programa "Você em directo"na TVI, Manuel Alegre fala de Amália, da pandemia "que não esperávamos" e das desigualdades, "outra forma de pandemia". Termina lendo um poema que escreveu sobre Amália quando estava hospitalizado no exílio e que mais tarde lhe ofereceu. Ler mais

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Intervenção de Manuel Alegre na Academia das Ciências
13-10-2020 Manuel Alegre

Quando Amália canta “Erros meus, má fortuna, amor ardente”, não está apenas a interpretar Camões, está a falar de si mesma e de todos nós, de um destino pessoal e colectivo, um país e um povo. Do mesmo modo que ao perguntar-se “com que voz cantarei meu triste fado”, está a restituir à palavra fado o sentido quase mágico que lhe dava Camões. Ler mais

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Manuel Alegre, poema escrito em 20 de março de 2020
20-03-2020

Lisboa não tem beijos nem abraços
não tem risos nem esplanadas
não tem passos
nem raparigas e rapazes de mãos dadas
tem praças cheias de ninguém
ainda tem sol mas não tem
nem gaivota de Amália nem canoa
sem restaurantes sem bares nem cinemas
ainda é fado ainda é poemas
fechada dentro de si mesma ainda é Lisboa
cidade aberta
ainda é Lisboa de Pessoa alegre e triste
e em cada rua deserta
ainda resiste.

Manuel Alegre Ler mais

Arquivo 2005-2009
Notícias
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04-11-2020

Quando, o novo livro de Manuel Alegre que é hoje destaque no Jornal de Letras, estará disponível nas livrarias a partir de dia 10 de novembro. Ler mais

Discurso Indirecto
António Carlos Cortez sobre "Quando"
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10-02-2021

Quando é o título substantivo, nominal, um lexema que procura estabelecer no fio do tempo – o passado e a sua tradição literária e o presente que tende a diluir esse passado, o presente viral em que nos encontramos – uma ideia de poesia. Manuel Alegre (MA) não é dos que tenha vendido ao gosto das épocas a sua fidelidade a uma ideia de poesia que, dos cancioneiros medievais a Dante, de Homero e Virgílio até Camões, sabe que a palavra de poesia cumpre um desígnio: cantar, isto é, reunir a Cidade em torno de uma palavra que resgate o humano das várias formas de alienação e de degradação. Ler mais

Mário Beja Santos sobre 'Quando' de Manuel Alegre
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25-11-2020

O que me encanta é ver este octogenário militante, desperto, a remexer no fogo e a animar a malta, pois o quando é o sonho que nos encanta e que faz flutuar os nossos estandartes por um mundo melhor, nós, os conjurados.
O melhor de Manuel Alegre, épico, sempre um Camões para o nosso tempo. Ler mais

Paula Morão sobre 'Quando' de Manuel Alegre
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04-11-2020

Quando, datado de Setembro de 2020, é um poema longo estruturado em secções de extensão variável, mas unidas pelo predomínio do verso decassílabo, e trata do tempo: o de aqui e agora, mas também o de uma retrospecção ordenada cronologicamente, dando ênfase à memória como eixo de tudo e constituindo a espessura do poeta em tempos incertos. Quando – acontecimentos situados, a ganhar sentido e progressão; indica-o logo a abertura de I (“Estou e não estou em lado nenhum/ passaram tantos anos e foi tão rápido”), numa estrofe em que se abre um princípio de repetição (“Como encontrar”) e de interrogação que vai escandindo todo o texto. Ler mais